terça-feira, 4 de abril de 2017

Presidente Dutra: A segunda cidade mais violenta do Maranhão e a 29º mais violenta do Brasil


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A cidade de Presidentes situada há 352 km de São Luís, tem uma localização privilegiada no Maranhão. É a Região Central do estado, sendo o ponto de passagem e alto índice de movimentação cambial. Tem também como destaque econômico o comércio, que é um dos principais itens da economia local, com a presença de franquias que trazem marcas e atraentes lojas de móveis e decoração.

Por conta dessa localização privilegiada, a cidade chama atenção da bandidagem, onde perigosas quadrilhas tentam se instalar, para desenvolver, os mais autos índices de criminalidade naquela região, elevando o município a qualidade, de segunda cidade do Maranhão mais violenta, perdendo apenas para a capital São Luís e a nível de Brasil é a 30° mais violenta do país.

O reforço policial enviado para aquela cidade, pouco tem ajudado a diminuir esse auto índice de criminalidade praticado naquela região. O município serve de abrigo para diversas quadrilhas de traficantes vindos de ouros estados, recrutando pequenos traficantes da cidade, para práticas criminosas na região.

Além do tráfico de drogas, assaltos a caminhões de cargas, ônibus, roubos de carros e motos, predominam no município. Apesar da luta incansáveis dos guerreiros policiais, o contingente é pequeno e o aparelhamento e as condições dadas pelo governo do estado aos nossos policiais civis e militares são as mínimas.

                                      Imagens aéreas de Presidente Dutra

O povo da região é que sofre, com o auto índice desenfreado da criminalidade, em uma cidade que vive oprimida, pela pistolagem e pelo tráfico de drogas comandados por quadrilheiros, que tiram a paz  e a segurança do povo daquela cidade. Essa é a realidade de um município maranhense, que deveria dar uma melhor qualidade de vida ao seus habitantes.

É hora do Governo Comunista parar de gastar com matérias maquiadas e investir de verdade na segurança pública do estado que continua um caos, onde muitas cidades continuam sem aparato policial, tem delegado que responde por cinco municípios, quando a condição dada a ele e aos policiais, não dar pra suprir nem as necessidades da própria cidade para a qual foi nomeado.

O governador Flávio Dino sabe que a segurança no Maranhão está precária e constitui um ponto negativo no seu governo.  O nosso estado é um dos mais violentos do Brasil. No Maranhão morre ao mês, mais gente do que nos países em  conflitos. Isso é fato!

Chega de chorumelas, miguelagens e mentiras frescas! É hora de arregaçar as mangas e mostrar trabalho se quiser continuar no poder, caso ao contrário o "Comunismo no Maranhão", será o governo de um mandato só.



                                                  Por: Stenio Johnny
                                           Radialista/Repórter Investigativo
                                                  RPJ/MA 0001541 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Critérios para progressão de regime de penas


                     Progressão de pena. FOTO: Luiz Silveira/Agência CNJ

O ordenamento jurídico brasileiro prevê três tipos de regimes de cumprimento das penas privativas de liberdade, nos termos do Código Penal e da Lei de Execução Penal (LEP): o regime aberto, semiaberto e fechado. Ao proferir a sentença condenatória, o juiz deverá fixar o tipo de regime inicial a ser cumprido pelo condenado. 
A Lei de Execução Penal tem como objetivo, além de efetivar as disposições das decisões criminais, proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado.  
Alguns requisitos estão descritos na LEP para que ocorra a denominada progressão do regime de cumprimento da pena, tais como ter cumprido um sexto da pena no regime inicial e ter bom comportamento carcerário, atestado pelo diretor do local onde o detento se encontra. Em tais casos, por determinação judicial, o condenado é transferido de um regime mais rigoroso para outro menos severo. 
Em caso de crimes hediondos, os requisitos para a progressão mudam e, de acordo com lei específica (Lei n. 8.072/1990), será preciso que o condenado tenha cumprido ao menos dois quintos (2/5) da pena se for primário e três quintos (3/5), se reincidente. Por seu turno, nos casos de crimes relacionados à administração pública, o próprio Código Penal condiciona a progressão de regime à reparação do dano causado.
A assistência dada ao internado é dever do Estado e a progressão é estímulo ao condenado durante o cumprimento da pena, além de orientar quanto à melhor forma de retorno ao convívio em sociedade.
Veja os detalhes do cumprimento de pena:
Regime fechado: Em caso de condenações a oito ou mais anos de reclusão ou detenção, a pessoa inicia o cumprimento da pena em regime fechado, dentro de uma unidade prisional, sendo proibida a saída do local. São definidas quantas horas diárias de trabalho e de sol o detento poderá ter. 
Regime semiaberto: Para condenações entre quatro e oito anos, não sendo caso de reincidência, o detento poderá iniciar o cumprimento de sua pena em regime semiaberto. Nesse tipo de regime, a execução da pena ocorre em colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar, permitindo que a pessoa trabalhe ou faça cursos (segundo grau, superior, profissionalizantes) fora da prisão. 
Regime aberto: Imposto para condenados até quatro anos sem que tenha reincidência ao crime. A detenção é feita em casa de albergado ou em outro estabelecimento adequado. O regime aberto está baseado na autodisciplina e senso de responsabilidade do condenado, podendo ausentar-se do local de cumprimento da pena durante o dia para trabalhar, frequentar cursos ou exercer outra atividade autorizada, devendo permanecer recolhido durante o período noturno e nos dias de folga.

Agência CNJ de Notícias

Exclusivo: Achado de cadáver em Buriticupu-MA, pode ser de um dos policiais militares desaparecidos


                                               Achado de cadáver em Buriticupu-MA
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A nossa reportagem recebeu informações dando conta que na sexta-feira(31), foi encontrado um cadáver de um homem, entre 30 e 40 anos que poderia ser de um dos policiais militares desaparecidos em novembro de 2016 na cidade de Buriticupu,  o corpo foi transladado para o IML de  Imperatriz-MA. O cadáver em estado de decomposição, foi achado na fazenda Lago do Sol povoado de Buriticupu. Apesar dos cometários, o delegado da cidade não se manifestou sobre o caso.

Na manhã do sábado(01), peritos do IML em Imperatriz, realizaram os primeiros trabalhos periciais, mas até agora a imprensa ainda não foi informada, da causa mortis e da identificação cadavérica, segundo um perito criminal de Imperatriz, dificilmente o cadáver encontrado seja de um dos policiais desaparecidos Buriticupu(MA), devido a característica cadavérica, pelo tempo deveria está com estado mais avançado. Comentou o perito. Os exames cadavérico estão sendo feitos para descobrir a quem pertencia o cadáver encontrado.


Equipes do IML de Imperatriz e policiais de Buriticupu

Há cinco meses após o desaparecimento dos policiais militares na cidade de Buriticupu-MA, a Polícia Civil do Maranhão não consegue desvendar o assassinato dos PMs, o caso segue sem respostas a família e a sociedade maranhense. São cinco meses de investigações sem resultados, os familiares dos militares mortos, além da perda, sofrem com supostas ameaças. Perderam  a paz, vivendo em um clima de terror e desespero, sem saber como e porque os militares foram mortos.

Ninguém fala nada, ninguém diz nada, até a imprensa calou a voz. Meio a tantos mistérios, as autoridades cruzaram os braços, fecharam os olhos e estão empurrando com a barriga. dia a dia, para cair no esquecimento da sociedade.

Entenda o caso

O cabo Júlio César da Luz Pereira e o soldado Carlos Alberto Constantino, ambos da Polícia Militar do Maranhão, desapareceram misteriosamente em novembro de 2016, sem que as autoridades policiais esclareçam o caso.

A nossa reportagem recebeu informações oriundas da cidade de Buriticupu, dando conta que os policiais, teriam sido mortos e enterrados dentro de um veículo, em um povoado próximo daquela cidade.

Ainda segundo informações, na morte dos policiais estão envolvidos, policiais militares, político, empresário e um delegado de polícia. Por conta disso o silêncio tomou conta da cidade, ninguém fala a respeito do desaparecimento dos militares, a pessoa que passou informação ao titular deste blog, pediu que fosse guardo em sigilo o seu nome, o que foi prontamente atendido pelo repórter para preservar a vida e segurança do informante.

Em fevereiro de 2017, procuramos a delegada Nilmar da Gama, que está  afrente das investigações, veja o que a autoridade policial falou a nossa reportagem.

Disse que devido a complexidade do caso o Dr. Duarte, Juiz da Comarca de Buriticupu, determinou que as investigações fossem realizadas em segredo de justiça, o que foi prontamente atendido pela Polícia Civil. Por conta disso, ela não poderia passar maiores informações sobre caso, se limitando a dizer apenas, que as investigações encontram-se em  estágio final e que provavelmente na próxima semana a imprensa maranhense terá maiores formações sobre o desaparecimento dos policiais militares.

Só que passado dois meses após a entrevista,o misterioso caso ainda não foi desvendado pela Polícia do Maranhão. O delegado Geral Lawrence Melo, não prestou nenhuma informação sobre o caso a imprensa maranhense, deixando os profissionais da comunicação de orelha em pé com o Delegado.

Segundo as últimas informações, a testemunha chave, sumiu da cidade sem deixar rastros, o que se sabe, é que essa testemunha, teria desaparecido meio as ameças, que se fosse depor na delegacia, iria ser morta. Ainda segundo informações, a testemunha chave está desaparecida a um mês.


Do desaparecimento da testemunha 

Voltamos a falar com delegada Nilmar da Gama que em primeira mão, com exclusividade ao blog SJNOTÍCIASMA, disse que a testemunha não está desaparecida, o que que acontece é que devido a complexidade do caso, a testemunha teria sido levada para um lugar seguro, onde só a justiça sabe onde ela está. tal procedimento foi feito para garantir a vida e a segurança da testemunha. A delegada falou que até o final do mês de março, os trabalhos investigativos e o inquérito estariam concluídos, e que  a Polícia Civil apresentaria os resultados das investigações a imprensa maranhense, só que já estamos em abril, e nada foi divulgado sobre o caso.

SJNOTÍCIASMA NA CIDADE BURITICUPU

 
              Sjnotíciasma em imagens aéreas da cidade de Buriticupu-MA
             

Estivemos na cidade de Buriticupu-MA, em um povoado que para segurança do informante, não vamos dizer o nome, foram dois dias em um clima de tensão e silencio da população que se nega a falar a respeito do caso.

Depois de muita conversa com o nosso informante, onde tive que desligar a câmara e meu celular, para não gravar e nem filmar nada, pois nem a voz ela queria que fosse gravada. Tive que conquistar a sua confiança e isso só foi possível, por intermédio de um amigo, através desse amigo conseguimos fazer essa rápida entrevista, com exclusividade para o Sjnoticiasma.

O informante nascido e criado naquela cidade, disse que  a dupla era conhecida como Batman e Robin, que ambos levavam uma vida de ostentação na cidade, com casas e carros de luxo e muito ouro, levando uma vida de playboy incompatível ao salário que eles recebiam pela PMMA.

Segundo o informante, muita gente sabia que o dinheiro arrecadado por eles, era fruto da ação de uma organização criminosa da qual eles faziam parte, atuando como lideres da quadrilha, controlando o tráfico na região, realizavam grandes assaltos, além disso eram aliciadores de menores, ofereciam dinheiro para as meninas manter todo tipo de relações sexuais com eles.

Falou que as pessoas sabiam de tudo, porem ninguém dizia nada, pois quem abria o bico, amanhecia morto, a cidade vivia em um clima de terror, eles matavam friamente as pessoas sem dó, daí o motivo do silêncio na cidade.

O informante ressaltou que eles não agiam sozinhos, tinham costa quente, oficiais, delegado de polícia, empresário e políticos que estariam dando suporte a eles, para que pudessem continuar liderando a organização criminosa que rendia muito dinheiro, onde os envolvidos recebiam as suas partes mediante acordos celebrados entre ambos. Disse que eles eram quem organizavam os assaltos, davam a ordem para executar os inimigos e comandavam o tráfico de drogas. Disse que muitas pessoas comiam nas mãos deles, entre elas oficiais, políticos, empresários e delegado.

Perguntei ao nosso informante X, se ela podia declinar o nome de um politico, delegado ou oficial que estariam dando suporte a essa organização criminosa.

Resposta: 

Moço já falei demais, quem me garante que você é repórter, quem me garante que você não faz parte do grupo deles, estou me arriscando muito, mau lhe conheci, você me convidou pra  eu te mostrar a cidade tomar um chop, de repente você mudou a prosa e já me fez falar o que não devia. Estou correndo  risco de me passarem o sal. Falei a você o que não devia ter falado, gora o resto é contigo. Você não é repórter investigativo? Portanto investigue o resto. Cuidado! Não vá com muita sede ao pote, pois dentro dele pode ter uma serpente e te engolir vivo. concluiu!

O que nos deixou confusos nessa entrevista, como esses policiais faziam tudo isso, sem nunca serem denunciados pelos seus superiores? Quem eram os costas quente, que davam suporte a eles? pois segundo a testemunha, todo mundo na cidade sabia da manobra da associação criminosa liderada pelos dois militares desaparecidos, porém as autoridades policiais nunca os investigaram. O informante X, falou que inclusive os oficiais afastados das funções naquela cidade, que hoje realizam funções administrativas no Comando Geral da PMM sabiam de tudo e nunca fizeram nada.


Hoje Passado cinco meses do assassinato dos policiais militares, a imprensa quer saber:

Porque os militares foram mortos e enterrados em um carro? Quem são os militares delegado, político e empresário envolvidos na suposta trama? O que motivou o juiz da comarca a decretar segredo de justiça na elucidação do caso? Porque a Polícia Civil do Maranhão silenciou sobre este crime? e o silencio dos familiares? O que os parentes dos dois militares temem? Até quando a verdade dos fatos vai ficar no anonimato?. São essas e outras perguntas que os jornalistas investigativos que estiveram na cidade de Buriticupu, procuraram saber e não acharam nenhuma resposta.

Quem está por traz da trama?




Com a palavra as autoridades competentes.


           
                 
                                                          Por: Stenio Johnny
                                                  Radilista\ Repórter Investigativo
                                                          RPJ MA 0001541

                                               

Segurança Pública e Justiça Criminal: insegurança social




Por: 
Delegado Sebastião Uchôa

A crise enfrentada pelo Sistema de Justiça Criminal no Brasil perpassa por inúmeras causas relacionadas com questões éticas, morais e legais no âmbito da efetividade da política públicas voltadas para a segurança da sociedade sob o viés, sobretudo, da promoção e efetivação da cidadania no contexto social brasileiro nesses últimos tempos.
  
Qualquer dissociação do trídio acima citado incorrerá em possíveis equívocos interpretativos, de forma que resultados nefastos relacionados à falta de crenças nos poderes públicos tornar-se- ão a tônica repetitiva maior, embora as correntes contraditórias diante de uma sociedade que mesmo dentro de um início de um novo século, ainda se reproduz preconceitos medievais mais crítico possível, especialmente no trato objetivo (não subjetivo) às inúmeras causas da violência versus criminalidade no seio social. No fundo existe uma lógica mecanizada na leitura contextual, especialmente no que tange a questão da violência desaguada na criminalidade nessas duas últimas décadas.
  
Diante dos inúmeros desafios para fins de tomada ou retomada dos controles formal e material da criminalidade pelo Estado brasileiro, em tempos autuais, é de se perceber a projeção de repasse de responsabilidade, geralmente para os segmentos funcionais mais débeis em matéria de estruturas físicas e humanas inerentes aos serviços públicos relacionados com as prevenções gerais e específicas à criminalidade, quais sejam: as Polícias e o Sistema de encarceramento prisional brasileiro, cujas históricas agonias estruturantes, são de evidências alarmantes que dispensam comentários pormenores.
  

Há de registrar que por trás da lógica acima, há modelos tradicionais ultrapassados extremamente incrustados nas esferas dos poderes públicos. E romper com estes, rumo às respostas às suas próprias deficiências no controle da criminalidade, sem atentar para as questões subjetivas que envolvem todos os atores públicos e a própria sociedade que aqui acolá os reforça, legitimando uma negação de cultura pela paz, tornar-se- á uma verdadeira obra de reengenharia pedagógica em todos os sentidos, onde não se terá outro caminho a percorrer senão pela via da mudança no processo educacional da própria sociedade, justamente donde dela mesma vêm no presente e no por vir, todas as representações que compõem e comporão os atores principais do Sistema de Justiça Criminal no país em tempos atuais e do por vir.
  
Não se pode olvidar, contudo, algumas tímidas mudanças no trato das questões acima, quando nos últimos anos, os esforços homéricos e ousados no parâmetro nacional, como o advento, no campo da formação e capacitação funcional das Polícias com a implantação da matriz curricular nacional. Entrementes, a fragmentação de entendimentos afins correlatos a outros órgãos do Sistema de Justiça Criminal, ainda que tenha apresentado algumas mudanças qualitativas a exemplo da recém-implantação da Audiência de Custódia, por exemplo, porém é muito incipiente, pois há ainda a cultura de reinado de saberes, cuja desenvoltura impede de se ver a questão da segurança pública no sentido mais lato possível, onde todos passassem a ser corresponsáveis pelas políticas públicas afins, mas em total sinergia ante o pacto social originário do próprio conceito e nascedouro do Estado.
  
Há ainda, que pesem os esforços acadêmicos no sentido de se cientificar os estudos sócio criminais da violência revelada em criminalidades diversas, na busca de um antídoto em contexto de ideal. Porém, muito dissonantes, contextuais e deveras longínquos de se encontrar a panaceia para o quadro de desfalque que tanto tem sedimentado a sensação de inefetividade do Sistema de Justiça Criminal no Brasil nesses últimos anos. No fundo, o “cabo de guerra” de vaidades e “reizetes” associado à falta de interesse aprofundado de se nivelar o entendimento no sentido de uma atuação integrada e sinérgica, mais fortalece a sensação da ineficiência e ineficácia do paradigma de gestão do problema da Segurança Pública e do próprio Sistema de Justiça em voga no país, do que até seus membros as percebem.


Assim, pensar-se em “efetividade” ou inefetividade do Sistema de Justiça Criminal para com a busca de resposta convincente ao controle da criminalidade, partiria, em nosso entendimento, no rompimento da própria carga ideológica por que se sustentam as palavras supra em suas respectivas essências, ou seja, se “há a desordem, porque a ‘ordem’ não existe”, parafraseando Maurice Druom na obra O Menino do Dedo Verde.

Hoje, o que vem a ser a origem das desordens administrativas ineficientes da ação estatal, senão pontos cruciais a reflexão além das representações objetivas que realisticamente alimentam e retroalimentam o denominado ciclo vicioso que tanto distancia do entendimento basilar da origem ou origens os verdadeiros elementos causadores dos conflitos sociais geradores de condutas criminosas que se tornam determinantes e tanto impõe ao país, um clima de total sensação de insegurança.
  
Por fim, ressalta-se que, às vezes, no profundo e reiterado “alimento social” à violência criminal institucional que, no âmbito das lógicas contemplativas objetivas, mecanizadas, redundantes e lineares das equivocadas respostas formal e material do Estado, terminam desaguando na permanência da crença no modelo tradicional

como ainda ideal saída para se resolver os problemas criminais do país. Ou seja, parte-se da premissa do total endurecimento e efetivo enfrentamento belicoso à violência criminal, impedindo ou destruindo quaisquer outras alternativas de resposta à questão ante a real ineficiência e inefetividade estatal em lidar com a problemática  da violência criminal no Brasil, principalmente nesses últimos vinte anos.

domingo, 2 de abril de 2017

Wanderléa: A eterna ternurinha do Brasil




BIOGRAFIA

Wanderléa Charlup Boere Salim (Governador Valadares, 5 de junho de 1946) é uma cantora brasileira.
Tornou-se famosa durante a Jovem Guarda, fazendo sucesso juntamente com seus amigos Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Trabalhou como atriz principal no filme brasileiro "Juventude e Ternura" (1968), direção de Aurélio Teixeira, bem como contracenou com Roberto e Erasmo em "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" (1968) de Roberto Farias, entre outros filmes.
Descendente de libaneses, nasceu em Santo Antônio do Pontal, distrito de Governador Valadares, Wanderléa passou a infância em Lavras e depois se mudou aos nove anos de idade para o Rio de Janeiro com a família no bairro de Cordovil (ela nega que morou lá), composta por seus pais e muitos irmãos, para tentar uma vida melhor, sem sequer desconfiar que se tornaria uma das mais importantes cantoras brasileiras.
CARREIRA MUSICAL


Aos dez anos de idade ganhava concursos em rádios e lançou em 1962 o primeiro compacto. No ano seguinte, sai o primeiro LP, "Wanderléa", pela CBS. Na gravadora conhece Roberto Carlos, quem namorou por pouco tempo, e Erasmo Carlos, passando a apresentar em agosto de 1965 o programa Jovem Guarda pela TV Record de São Paulo. Transmitido nas tarde de domingo, o programa teve uma das maiores audiências da época e lançou diversos artistas. Wanderléa e Celly Campelo foram as primeiras estrelas do rock brasileiro. Participou de filmes ao lado de Roberto Carlos e, depois de terminada a Jovem Guarda, continuou a carreira como cantora pop. Atualmente se apresenta cantando seus maiores sucessos, como "Pare o Casamento" (versão de Luís Keller), "Ternura" (Rossini Pinto) e "Prova de Fogo" (Erasmo Carlos).
Aos 15 anos cantava em boates, e como era menor, pedia autorização ao juizado de menores e aos seus pais para assinarem. Seu pai, no começo, não aceitava a carreira da filha, mas com o tempo entendeu que a jovem tinha grandes talentos musicais.
Um grande sucesso de Wanderléa, "Te Amo", esteve na trilha sonora nacional da novela Caras & Bocas, da Rede Globo. A mesma música já havia entrado para a trilha de uma novela dos anos 90, Pedra Sobre Pedra. Graças a essa canção, Wanderléa voltou a ter destaque na mídia.



VIDA PESSOAL
Wanderléa sofreu muitas perdas em sua vida. A primeira delas foi aos dez anos de idade, quando se desesperou ao descobrir que sua irmã mais velha foi morta vítima de bala perdida. Este fato abalou para sempre a vida de Wanderléa e de toda a sua família.
No começo de sua carreira, aos 16 anos, começou a namorar Zé Renato, filho de Chacrinha. Em poucos meses de namoro ficaram noivos. Após sete anos juntos, houve uma tragédia: Zé sofreu um acidente e ficou paraplégico. Wanderléa entrou em grave depressão e com o tempo o relacionamento entrou em crise porque ele não queria ser um peso na vida dela. Apesar de ter lutado por ele, respeitou a decisão de Zé e se separou do noivo.
Após a separação, namorou alguns cantores e compositores da época. Também teve um curto namoro com Roberto Carlos. Depois conheceu o guitarrista chileno Lalo Califórnia. Os dois começaram a namorar e em pouco tempo se casaram. Em 1982 nasceu o primeiro filho do casal: Leonardo. Em 1984 houve uma tragédia: Leonardo morre afogado aos 2 anos de idade. O garoto estava andando de triciclo e acidentalmente caiu na piscina. Chegou a ser socorrido mas não resistiu.
Wanderléa se desesperou por completo e entrou em grave crise depressiva, tendo que tomar remédios fortes. A partir daí o casamento se desestruturou, e eles passaram a viver entre indas e vindas.
Com o tempo o casamento se recuperou, e ela voltou para o ex marido. Os dois tiveram mais duas filhas: Yasmin e Jadde. As duas tem menos de dois anos de diferença e nasceram no fim dos anos 80.
Passou por outras perdas, como a morte do pai, que a deixou muito abalada e pouco tempo depois, em 1996, seu irmão morreu vítima da AIDS. Sua depressão foi tão forte, que lhe causou câncer no útero, tendo que fazer uma histerectomia.

Wandeléa ao lado de Roberto Carlos e Erasmo Carlos

Continua casada com Lalo até hoje, mas os dois moram em casas separadas, e a cantora diz estar bem feliz assim, já que percebeu que morando juntos não se davam tão bem, e pelo casal gostar de uma relação mais livre, convivem como dois namorados.
Revelou em entrevistas ficar incomodada com a fama, que lhe trouxe problemas com o tempo: Por exemplo, ao passar na rua com seus carros importados, as pessoas humildes a apontavam nas ruas comentando que ela era madame e que tinha boa vida. Isso a chateava, dizendo que também já foi muito pobre e entende o sofrimento dos humildes, mas ninguém reconhecia isto. Desde jovem seu apelido é Ternurinha, por motivos que nem ela mesma sabe descrever bem.

A cantora atualmente com 71 anos, está fazendo show intitulado 60 Década de Arromba onde ela interpreta os seus grandes sucessos.

                                           Assista aqui vídeos com Wanderléa 

Wanderléa interpretando grande sucesso do passado


Mentira fresca: Governo do Maranhão tem 60% de aprovação


Quando ouço mentira de comunista, eu viro uma fera!


Serviu de chacota para os maranhenses a publicação no dia da mentira, que tenta enganar o povo do Maranhão dizendo que o governo comunista, estaria com 60% de aprovação. Kkkkkkk, só mesmo nos bastidores midiáticos dos babões do governo.

O governador Flávio Dino está igual ao prefeito Edmentira. Crente que o povo é crente, que é crente, que é besta! É sabido por todos nós que fazemos a imprensa no estado, que milhões estão sendo derramados, para grandes empresas de comunicação, para maquiar uma desastrosa administração de "Um governo deles, com eles, por eles e para eles".

Quem quiser conhecer a verdade é só viajar pelo interior maranhense. Lá a realidade é outra, continuamos como um dos estados mais pobre da federação, com destaques para 04 cidades consideradas as mais pobres do Brasil. A capital maranhense com alta taxa de criminalidade, é considerada uma das mais violentas do mundo.

Temos um péssimo número na educação, o número de analfabetismo no estado, ainda é considerado alto. Existe falta de escola e professores no interior para o ensino básico. Temos uma saúde fragilizada. Dizem que a saúde no estado, está em estado de coma. Os hospitais da capital e das cidades do interior onde existem hospitais. Médicos, enfermeiros e servidores, trabalham em situação precária, com hospitais superlotados onde pacientes estão sendo atendidos em macas no chão, sem medicamentos e materiais de primeiros socorros.

Quando parte pra área segurança. É merda puxada a balde! Temos aqui os maiores índices de violência. Assaltos a coletivos, veículos, caminhões de cargas, assaltos a residencia, altos índices do tráfico de drogas. Quando se fala em assassinatos na capital e no interior. No Maranhão ao mês, morre mais gente do que nos países em conflitos.

Vivemos em um estado sem lei, a beira do abandono de um governo que se preocupa apenas, com eles e com os deles. Quando se fala em investigação de políticos corruptos, só os prefeitos da oposição são investigados, presos algemados e apresentados em coletivas midiáticas, tentando maquiar um governo que nem os maiores maquiadores do mundo, conseguem esconder os buracos feitos pela péssima administração comunista que aí está.

Vivemos no Maranhão da Dinastia governado por um 1º Ministro que manda em todo o estado e quando um secretário não cumpre as suas ordens, é punido com advertência ou  é exonerado do cargo.

Isso é péssimo pra uma administração estadual, onde os secretários parecem um bando de marionetes mandados pelo chefe  Maior, que vive nas redes sociais enviando recadinhos desaforados para os seus desafetos políticos. Coisa típica de "Lavadeira de beira de rio", que vive licutando a vida alheia.

Esse mesmo poderoso chefão, quer agora calar a boca dos profissionais da comunicação do Maranhão. Impondo normas para que a imprensa se curve diante dele, como se curvam os secretários comandados por ele, que vivem com os colhões murchos, com medo de pegar uma porrada no saco ou um pé na bunda.

Igualmente vivem os frouxos deputados aliados e partidários do governo. Bando de cu de galinha que pra nada servem, ao não ser para lamber o saco do governo. Tiram o proveito pra si próprio, sem se importarem ao menos em ajudar o Maranhão a sair da miséria que vive hoje.

Sabemos que essa pesquisa não condiz com realidade. Esse governo mesquinho, pagou caro para obter o resultado de uma pesquisa manipulada apresentando um resultado pra lá de mentiroso, dando conta que o governo tem 60% de aprovação dos maranhenses. Não acredite nesta farsa comunista.


Eita mentira cabeluda!

Ora me compre um bode pra comer, degustando uma cachaça mineira. 


Arri porra siô!
Comunista e petista, só servem para criticar! Como governo, um é cu e o outro é bunda!



                                                        Por: Stenio Johnny
                                               Radialista\Repórter investigativo
                                                        RPJ\MA 0001541
                                        

Atenção MP e Direitos Humanos, denúncias de crimes de tortura e extorsão em Unidades Prisionais do Maranhão



A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária(SEAP-MA), parece não ter gestor, ali impera  os mais variados tipos de irregularidades administrativas que nunca são apuradas. Todo semana  a reportagem deste blog recebe denúncias, que vão de nepotismo a maus tratos

Essa semana, recebemos denuncias de maus tratos e negociação com detentos de unidades prisionais, uma em São Luís e outra em Chapadinha. Em São Luís, denúncias dão conta que o diretor Michael daylon, da Unidade Prisional do Monte Castelo permite tortura de interno dentro da unidade. O último episódio aconteceu dia 18 de março, quando o presidiário  Francisco walbertha, foi torturado pelo próprio diretor da unidade.

Segundo o informante,  o servidor Juarandir e o diretor Michel Daylon, além de torturar presos, ainda negociam com esses detentos,  a presença dos mesmos na unidade prisional. O esquema funciona assim: O detento paga pra Jurandir abonar as suas faltas, depois do apuro é feito o rateio entre o diretor e o servidor, ficando a maior parte do dinheiro, para o diretor daquela Unidade Prisional. Aos detentos que  lhes pagam  uma boa grana,  são dados o direito de ir o dia que bem querem naquela unidade


Outra denúncia grave veio da Unidade Prisional da Cidade de Chapadinha-MA.


                  
                          Nessa foto, Domingos Sandro Agente Penitenciário


Em Chapadinha, as eleições municipais já terminaram mas as disputas continuam. O último round aconteceu na madrugada da última sexta-feira, dia 24/03, num bar da cidade envolvendo dois personagens conhecidos: um é Cabo da Polícia Militar, vereador e irmão da primeira-dama do município. O outro é o polêmico e arruaceiro agente penitenciário e atual (e eterno) encarregado do serviço de segurança da UPR de Chapadinha, Domingos Sandro.

A rixa entre ambos teve início na campanha eleitoral passada, quando o primeiro, por motivos óbvios, apoiava o grupo do atual prefeito e cunhado Magno Bacelar, enquanto o segundo foi contratado como segurança particular pela candidata derrotada, Dulcilene “Belezinha”.
Durante os “arrastões” promovidos por ambos os candidatos, a carreata de “Belezinha”, comandada pelo coordenador de campanha, o também agente penitenciário Peres Galvão, que exercia o cargo comissionado de chefe da Guarda Municipal, juntamente com Domingos Sandro e vários auxiliares penitenciários também contratados como seguranças da então prefeita, todos armados, interromperam a caminhada do então candidato Magno Bacelar. Fato este que gerou grande revolta e confusão, não acabando em tragédia por pouco.

Passada as eleições ficou o caso mal resolvido. Assim, na madrugada da última sexta-feira, por volta de 1:30h, ao se encontrarem no interior do estabelecimento, iniciou-se uma discussão seguida por palavras de baixo calão, xingamentos e ameaças. Sandro, que não é de levar desaforo pra casa e não anda desarmado, reagiu chamando o vereador pra briga, dizendo que iria lhe quebrar a cara e que, se necessário, daria um tiro nele.

Ameaçado, o vereador Júnior Carneiro foi até a delegacia prestar queixa mas chegando lá foi informado que o “sistema” estaria fora do ar. Entretanto, mais tarde surgiu a suspeita que o próprio agente Sandro teria ligado para o agente de polícia civil chamado Itamar, para que este não registrasse a ocorrência.
Sandro é bastante conhecido na cidade por suas badernas: já agrediu com socos um Defensor Público, humilhou uma funcionária da lotérica, sacou pistola (do Estado) durante o carnaval e durante a confusão da carreata nas eleições.

Há poucos dias fez reunião com os servidores da UPR de Chapadinha e durante a discussão, passou a xingá-los e ameaçá-los de demissão. Em seguida, não satisfeito, teve a ousadia de jogar spray de pimenta na sala, causando tosse, falta de ar e vômito nos presentes, que além do constrangimento e dor física se perguntavam: “o que fizemos para merecer esse tratamento?” Agora, se os servidores são tratados assim, imagine por qual tratamento passam os presos internos da unidade? Além destes inúmeros desmandos, consta contra o agente penitenciário Sandro, dezenas de ocorrências na corregedoria do Sistema Penitenciário. Certamente ainda ocupa cargo comissionado na SEAP porque o Governador Flávio Dino não conhece sua ficha corrida. Cabe salientar que tudo é feito com o consentimento do diretor da  Unidade Penal.

Meio a tantas denúncias, o secretário SEAP "O bom Mineiro", Murilo Andrade, fecha os olhos, cruza os braços e empurra com a barriga, como se nada tivesse acontecendo. 

Se o Governador Flávio Dino mandar fazer uma auditoria séria na SEAP, vai cair diretor de Unidades Prisionais, mineiradas, empresas mineiras e o próprio secretário Murilo Andrade. Concluiu o servidor denunciante,

Diante do exposto: 
Com a palavra o governador Flavio Dino

                                          Por: Stenio Johnny
                               Radialista\Repórter Investigativo
                                          RPJ\MA 0001541