terça-feira, 3 de novembro de 2015

Câncer de próstata ameaça a vida dos homens

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A próstata é uma glândula do tamanho de uma noz que só os homens têm. Fica logo abaixo da bexiga e na frente do reto e a uretra, o canal que transporta urina passa através dela. A próstata contém pequeninas glândulas especializadas que produzem parte do líquido seminal ou sêmen, que protege e nutre os espermatozóides.
Hormônios masculinos fazem com que a próstata se desenvolva no feto e ela vai crescendo à medida que um menino se torna adulto. Se o nível de hormônios masculinos for baixo, a glândula não vai atingir suas dimensões totais. Em homens mais velhos, freqüentemente à parte da glândula em torno da uretra cresce continuamente, causando a hiperplasia prostática benigna (HPB), que causa dificuldades no ato de urinar.
Embora a próstata seja constituída por vários tipos de células, a maioria dos cânceres de próstata tem origem nas células das glândulas que produzem líquido seminal. Eles são chamados de adenocarcinomas.
Na maioria das vezes, o câncer de próstata tem desenvolvimento lento e alguns estudos mostram que cerca de 80% dos homens de 80 anos, que morreram por outros motivos, tinham câncer de próstata e nem eles nem seus médicos desconfiavam. Em alguns casos, porém, ele cresce e se espalha depressa.
Alguns especialistas acreditam que o câncer de próstata começa com pequenas mudanças no tamanho e forma das células das glândulas da próstata. Essa alteração, conhecida como neoplasia intraepitelial prostática (PIN), podem ser de baixo grau (quase normais) ou de alto grau (anormais). Biópsia de próstata com PIN de alto grau indica grande chance de haver células cancerosas e exige novo exame.
Em 2015, cerca de 68 mil brasileiros receberão diagnóstico da doença, sendo a segunda causa de morte por câncer entre homens, ficando atrás apenas do câncer de pulmão. Nos Estados Unidos, as estatísticas indicam que 1 a cada 6 homens vai ter câncer de próstata, mas apenas 1 em cada 34 vai morrer por causa da doença. A taxa de mortalidade da doença está em queda, em parte porque está sendo diagnosticada precocemente.


O que é Câncer de próstata?

É o tipo de câncer que ocorre na próstata: glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis.

Fatores de risco

Menos de 10% dos cânceres de próstata têm algum componente hereditário. Quanto mais jovem o homem em quem o câncer for detectado, maior a probabilidade de haver um componente hereditário.

 sintomas

Sintomas de Câncer de próstata

Sintomas como dor lombar, problemas de ereção, dor na bacia ou joelhos e sangramento pela uretra podem ser suspeitos. A maioria dos cânceres de próstata não causa sintomas até que atinjam um tamanho considerável.

 diagnóstico e exames

Diagnóstico de Câncer de próstata

Em homens acima de 50 anos, pode-se realizar o exame de toque retal e dosagem de uma proteína do sangue (PSA), por meio de exame de sangue, para saber se existe um câncer de próstata sem sintomas. O toque retal e a dosagem de PSA não dizem se o indivíduo tem câncer, eles apenas sugerem a necessidade ou não de realizar outros exames.
O toque retal identifica outros problemas além do câncer de próstata e é mais sensível em homens com algum tipo de sintoma. O PSA tende a aumentar de acordo com o avanço da idade. Cerca de 75-80% dos homens com aumento de PSA não têm câncer de próstata.
Cerca de 20% dos homens com câncer de próstata sintomático apresentam um PSA normal. Dependendo da região da próstata, o câncer também pode não ser palpável pelo toque retal. A melhor estratégia é realizar os dois exames, já que são complementares.

 prevenção

Prevenção

Alguns médicos recomendam a realização do toque retal e da dosagem do PSA a todos os homens acima de 50 anos. Para aqueles com história familiar de câncer de próstata (pai ou irmão) antes dos 60 anos, os especialistas recomendam realizar esses exames a partir dos 45 anos. Entretanto, vale lembrar que somente o médico pode orientar quanto aos riscos e benefícios da realização desses exames. Não existem evidências de que a realização periódica do toque retal e dosagem de PSA em homens que não apresentem sintomas diminua a mortalidade por câncer de próstata.

Exames para Diagnóstico

TRIMprob: O A.C.Camargo Cancer Center foi a primeira Instituição do país a utilizar na prática clínica o TRIMprob (Sonda de Ressonância do Tecido Interferômetro), exame não invasivo que auxilia no diagnóstico do câncer de próstata.

O exame é realizado em consultório e dura apenas 10 minutos. O paciente é orientado pela equipe do Núcleo de Urologia a permanecer em pé e o equipamento é posicionado entre suas pernas. Ao emitir ondas eletromagnéticas, o TRIMprob é capaz de indicar uma alteração na próstata e ajuda na indicação de biópsia.

Recomendado para pacientes com suspeita de câncer de próstata que já se submeteram aos exames de toque retal, de sangue (PSA), o principal benefício é diminuir o número de homens com indicação para a realização da biópsia, exame que por ser invasivo pode trazer riscos ao paciente.

O equipamento é um complemento valioso para o diagnóstico tradicional, mas não substitui a avaliação clínica e o exame de toque retal. Também pode ser indicado para pacientes que trataram de câncer anal que não podem submeter-se ao exame de toque retal.

Biópsia:
 a biópsia é o único procedimento capaz de confirmar a presença de um câncer. O principal método utilizado nos casos de próstata é a core biópsia ou punção por agulha grossa. Em boa parte das vezes, o exame é feito com auxílio de uma ultrassonografia transretal, que ajuda a guiar o médico na inserção de uma agulha pela parede do reto até a próstata, removendo uma pequena amostra de tecido. Alguns especialistas preferem realizar a biópsia através da pele entre o reto e o escroto. O procedimento é rápido (dura cerca de 15 minutos). Como o câncer pode estar em apenas uma pequena área da próstata, a biópsia pode remover apenas tecido saudável, no que os especialistas chama de "falso negativo". Por isso, se o médico tem fortes suspeitas de um tumor, o exame pode ser repetido.
Cintilografia Óssea: este exame é feito quando há suspeita de que o câncer atingiu os ossos. Uma pequena quantidade de um composto radioativo (geralmente difosfonato de tecnécio) é injetada no paciente e essa substância se acumula em áreas dos ossos, com anormalidades, que podem ser causadas por metástase (a disseminação do câncer), artrite ou outras doenças dos ossos.
Tomografia Computadorizada: são múltiplas imagens de raios-X, produzidas enquanto a máquina gira em torno do paciente, combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de uma parte do organismo. Geralmente, depois que as primeiras imagens são feitas, um contraste radioativo é injetado no paciente para definir melhor as estruturas do corpo. Em seguida, nova série de tomadas é feita. O exame pode revelar se o câncer de próstata se espalhou para os gânglios linfáticos da pelve. O exame é mais demorado que o raio-x convencional e o paciente tem de ficar imóvel numa mesa por cerca de meia hora ou mais. Algumas pessoas ficam um pouco aflitas por causa da sensação de confinamento dentro do equipamento.
Ressonância Magnética (MRI): a ressonância usa ondas de rádio e ímãs fortes em vez de raios-X. A energia das ondas de rádio é absorvida e depois liberada num padrão dado pelo tipo de tecido do corpo e certas doenças. Um computador analisa os dados e os transforma em imagens detalhadas. No caso de câncer de próstata, ele ajuda a ver se a doença atingiu as vesículas seminais e a bexiga. O exame dura cerca de uma hora e o paciente fica deitado dentro de um tubo, o que é incômodo para quem sofre de claustrofobia. Além disso, a máquina faz um ruído que irrita algumas pessoas.
Radioimunocintilografia (ProstaScint): como a cintilografia óssea, a radioimunocintilografia usa pequenas quantidades de material radioativo para ver se o câncer não está mais restrito à próstata, com a vantagem de que este exame identifica se a doença atingiu gânglios linfáticos e outros órgãos. Ele também identifica o câncer de outros problemas.
Biópsia de Gânglio Linfático: o exame é feito para checar se o câncer atingiu gânglios linfáticos. Se isto ocorreu, a cirurgia pode não ser a melhor opção de tratamento e o médico vai procurar alternativa. Há vários tipos de biópsia:
Biópsia Cirúrgica: o médico pode remover os gânglios linfáticos através de uma pequena incisão, durante a cirurgia para retirada da próstata. Os nódulos são analisados ao microscópio ainda durante a cirurgia e o resultado do exame ajuda o médico a decidir se é necessário remover mais tecido ou não.
Laparoscopia: pequenas incisões são feitas no abdômen, através das quais câmera e equipamentos especiais são inseridos. O médico pode observar os nódulos linfáticos e removê-los. A vantagem é que a recuperação é rápida (1 ou 2 dias) e o paciente não fica com cicatrizes. O método pode ser usado quando médico e paciente optam por radioterapia em vez de cirurgia.
Biópsia por Aspiração com Agulha Fina (BAAF): o médico também pode obter amostra do tecido dos gânglios linfáticos usando uma agulha fina e tomografia para guiá-lo. O método não é muito utilizado em câncer de próstata.

DIRETOR DE SEGURANÇA E DISCIPLINA DE PEDRINHAS É BALEADO EM SÃO LUÍS.



Agentes penitenciários prestam solidariedade para Kadu.
Agentes penitenciários prestam solidariedade para Kadu.
SÃO LUÍS – O diretor de Segurança e Disciplina do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, Carlos Eduardo Oliveira, conhecido como Kadu, foi baleado no bairro Santa Cruz, em São Luís. Ele foi levado para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão). De acordo com informações, dois homens em uma moto efetuaram pelo menos 15 disparos e três acertaram na coxa de Kadu. O caso aconteceu rua Epitáfio Cafeteira.
As autoridades civis e militares fazem diligencias para tentar localizar os bandidos que tentaram executar o diretor de Segurança do Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Portal do Munim

Artigo: Participação Popular e Democracia fortalecidas no Maranhão


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Para que as mudanças aconteçam no ritmo e na intensidade que o Maranhão precisa, devemos fazer com que conteúdo e forma caminhem com coerência. Isso que temos procurado reafirmar a cada dia, a cada atitude, a cada decisão. Temos um programa de governo inovador que nos guia firmemente com uma meta principal: melhorar a vida dos mais pobres, aos quais tanto foi negado, por tanto tempo. Essa é a mudança de conteúdo que propomos e estamos implantando. Quanto à forma, como queremos governar para os mais pobres, coerentemente temos que governar com os mais pobres. Por isso que valorizamos imensamente a participação popular.
Nesses poucos meses de governo, já recebi em audiência muitos movimentos sociais: trabalhadores rurais, quebradeiras de côco, pessoas com deficiência, movimento de criança e adolescente, entre outros. De modo inédito, temos uma área de governo dedicada à participação popular. E implantamos o Plano Plurianual e Orçamento Participativos, com audiências territoriais e plataforma digital específica.
Nesta semana que passou, participei de dois momentos que confirmam a nova forma de governar que implementamos. Em primeiro lugar, menciono a 1ª Marcha Municipalista, onde dialoguei diretamente com representantes dos municípios sobre os rumos do nosso País e do nosso Estado. Ao se tratar da 1ª Marcha, já se evidencia o ineditismo do evento: um governador e toda a sua equipe debatendo abertamente com lideranças municipais, sem qualquer tipo de restrição, todos livres da ditadura do medo que imperava até bem pouco tempo.
Em segundo lugar, destaco a reunião que tive com centenas de Conselheiros de Direitos. Além de expor nossa visão, respondi a dezenas de perguntas, sobre todos os temas, além de ouvir críticas e sugestões. Um ótimo momento, que vai se repetir outras vezes, pois são diálogos fundamentais para aprimorar a ação governamental.
Neste mês de novembro, teremos várias Conferências Estaduais de Direitos, que são antecedidas de centenas de conferências municipais que estamos realizando, para que a bela pluralidade de vozes, que a democracia protege, possa se manifestar. Quero agradecer às milhares de pessoas que estão comparecendo a esses importantes fóruns, sublinhando que todas as suas conclusões serão importantes subsídios para a conformação das políticas públicas no Maranhão.
Registro que o processo de participação popular é contínuo e infinito, dai porque mantemos a plataforma digital “Participa Maranhão” e concretizamos todos os instrumentos previstos na Lei de Acesso à Informação, conquista também inédita em nosso Estado. Por exemplo, sublinho que, ao contrário de estranhos “filtros” que encontramos, o nosso Portal da Transparência foi totalmente construído em respeito às leis e ao direito ao controle social de que todo cidadão é detentor.
Todas essas iniciativas mostram o grande esforço feito para que o poder que emana do povo também seja por ele exercido. Assim, o Maranhão vira a página do passado e vai conquistando um modelo de governança inclusivo, democrático e plural. É nesse caminho que acreditamos.


SENARC amplia ações da Polícia Civil no combate ao narcotráfico



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A Superintendência de Investigações ao Narcotráfico (SENARC), coordenada pelo delegado titular Tiago Bardal, vem contribuindo para a ampliação da estrutura investigativa da Policia Civil. Criada efetivamente no dia 01 de setembro tem como principal objetivo atuar no combate a organizações criminosas na capital e interior do estado.
Segundo o delegado geral Augusto Barros, a SENARC tem promovido  mudanças no tipo de investigação. A ampliação da estrutura investigativa da organização tem como objetivo qualificar as investigações em torno das violações. “A proposta do SENARC é atuar em cima de grupos de médio e pequeno porte, além de organizações criminosas”, afirmou.
Ainda de acordo com Augusto Barros, a Polícia Civil já apresenta resultados considerados positivos, bem como o mapeamento efetivo de criminosos responsáveis por homicídios, além de prisões de grandes traficantes. “Nos já tivemos um ganho bastante efetivo. As operações de inteligência se intensificaram muito e houve um aprimoramento na quantidade de apreensões de armas e drogas,” disse.
 Após sua criação no mês de setembro, a SENARC vem realizando um trabalho árduo no combate ao Narcotráfico na capital e interior do estado. Foram deflagradas várias operações resultando em grandes apreensões, totalizando um quantitativo de 8 quilos de cocaína, 486 quilos de maconha. Entre flagrantes e mandados de prisões foram cumpridos 45, e 22 armas de fogo foram apreendidas.
Para o superintendente da SENARC, Tiago Bardal desde a criação da Superintendência a policia vem realizando ações que tiveram resultados considerados altamente positivos. A  Senarc ganhou  amplitude estadual e o combate ao narcotráfico passou a ser realizado em todo interior do estado. As prisões são efetivamente concretizadas, o que mostra o empenho da Policia Civil, não apenas na capital. “Com a criação da Superintendência, nos passamos a oferecer um tratamento mais especializado e a nível estadual no combate ao narcotráfico, que está diretamente ligado ao crime organizado, à corrupção, desvios de conduta de servidores públicos e, ainda, homicídios e latrocínios”, revelou Tiago Bardal.
Operações e resultados
Entre as operações em destaque do SENARC, esta a prisão de três suspeitos de tráfico de drogas no bairro da Vila Brasil, em São Luís. Nesta operação, que foi realizada durante o mês de setembro, foram presos Orlene Santos da Silva, 35; Domingos Ramos Alves, vulgo “Branco”, 64; e Elenilton Coimbra. Com eles foram apreendidos 30 tabletes de maconha. O bando foi autuado por tráfico de drogas e associação ao tráfico. Em seguida, encaminhados ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde permanecerão à disposição da Justiça.
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Outra operação de grande relevância aconteceu no interior do estado durante o mês de outubro, onde a SENARC ,deflagrou no ultimo dia (26), próximo à cidade de Vitória do Mearim, uma operação que resultou nas prisões de Evanoel Almeida e Valdeço Pereira da Silva, conhecido como “ Buriti”. Eles são suspeitos pelos crimes de assaltos a banco no interior e tráfico de drogas. De acordo com o Delegado Tiago Bardal, a dupla já estava sendo monitorada a cerca seis meses.
Durante a abordagem da polícia, eles estavam utilizando um veículo pick-up com fundo falso. Na revista foram encontrados aproximadamente 200 quilos de uma substância semelhante à maconha, duas escopeta calibre 12, duas pistola nove milímetros, um revólver calibre 38, uma pistola 6.35, várias munições, além de oito mil em guarani (moeda de origem Paraguaia).
Os dois foram encaminhados para a sede da Superintendência Estadual de InvSSestigações Criminais (SEIC), onde foram autuados pelos crimes de tráfico internacional de drogas e roubo a banco.
Isadora Fonseca / ASCOM 

Conselho da SSP se reúne para debater incêndios na reserva Arariboia



Foto 1 - Conselho da SSP se reúne para debater sobre incêndios na reserva Arariboia


O Conselho Superior da Secretaria de Estado de Segurança Pública (CSSP) esteve reunido com autoridades do estado para debater assuntos relacionados aos povos indígenas afetados diretamente pelos últimos incêndios ocorridos na reserva Arariboia, área de Floresta Amazônica no Maranhão.
Na ocasião, o secretario Jeferson Portela, parabenizou as ações realizadas pelo Corpo de Bombeiros no combate ao incêndio na Reserva indígena dos Arariboia. Desde o mês de setembro equipes de militares vem trabalhando no combate a um dos maiores incêndios florestais dentro uma terra indígena.
“O Governo do Estado adotou todas as providencias cabíveis para controlar as queimadas que atingiram a reserva há 30 dias. Essas ações visam garantir a integridade e a vida das famílias indígenas que residem na região”, disse o coronel Célio Roberto, comandante do CBMMA. Ainda segundo o coronel Célio, os focos de incêndios estão controlados, mas é necessário uma inspeção mais detalhada para garantir a segurança das comunidades próximas da reserva.
O coronel Célio Roberto, esteve nas áreas atingidas pelo incêndio, onde se reuniu com líderes de aldeias, e destacou a importância de capacitar a população indígena para prevenir princípios de incêndios. O secretário de Segurança Pública informou que deve se reunir com representantes indígenas para tratar de assuntos relacionados as comunidades.
Além do secretário de Segurança, Jefferson Portela, estiveram presentes na reunião o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), coronel Célio Roberto; o comandante geral da Polícia Militar (PMMA); o corregedor geral da Secretaria de Segurança Pública, Fernando Moura de Lima; o delegado geral da Polícia Civil, Augusto Barros; a procuradora do Estado, Renata Bessa da Silva Castro; o diretor-geral do Detran, Antônio de Jesus Leitão Nunes; a ouvidora de Segurança Pública, Elivania Estrela; e a secretária Executiva do Conselho da CSSP,Claudete Rabelo Santos Hildelfonso.

Leninha Furacão agita as domingadas musical na Cantina da Madre em São Luís -MA


                         Cantora Leninha Furacão


Leninha furacão comanda a domingada na Cantina da Madre no bairro da Madre Deus com um repertório apimentado de Arrocha boleros e forró no pé, todos os domingos a partir das 17h, é um show baile.

A cantora Leninha Furacão com sua imitável voz leva o público ao delírio com canções que tocam o coração do povão que lotam as dependências da Cantina da Madre, Além da cantora leninha, tem a participação especial da cantora Fabiana assim como  cantores  maranhenses que vão prestigiar a domingada musical.

O titular deste blog, Repórter e cantor maranhense Stenio Johnny esteve no domingo (01), no local do evento, e foi convidado a fazer uma participação especial, Johnny, soltou a voz cantando sucessos do passado como Aline, Marrie Joulie, Roberta, Tudo passará dentre outra canções levando o público ao delírio musical, foi um inicio de noite festivo na Cantina da Madre.

VALE A PENA CONFERIR TODOS OS DOMINGOS

O QUE ? SHOW BAILE COM LENINHA FURACÃO E BANDA
ONDE? CANTINA DA MADRE/ LARGO DO CAROÇUDO/MADRE DEUS
HORAS? A PARTIR DAS 17H


ASSISTA A QUI;
LENINHA FURACÃO
Participação especial do cantor STENIO JOHNNY


                                                   Cantora Leninha Furacão
                                                          https://youtu.be/Ad98kslNOTo

                                                                Cantor Stenio Johnny
                                                        https://youtu.be/hxVwUK2HglY



                                                           Por/Stenio Johnny
                                               Radialista/Repórter Investigativo
                                                           RPJ/MA 0001541

Pesquisadores debatem substância apontada como eficaz contra o câncer




Geraldo Magela/Agência Senado


Audiência pública nesta quinta-feira (29), no Senado, permitiu amplo debate sobre a fosfoetanolamina sintética, a substância que vem sendo divulgada como eficaz no tratamento de diversos tipos de câncer e motivando uma enxurrada de ações judiciais iniciadas por pacientes que reivindicam o fornecimento da droga. Durante quase seis horas, falaram mais de 15 convidados, entre os quais os envolvidos nas pesquisas, gestores do governo federal e pacientes que falaram sobre os ganhos obtidos com a terapia experimental.
O representante do Ministério da Saúde, secretário da área de Ciência e Tecnologia, Adriano Massuda, confirmou que a pasta já criou uma força-tarefa para acompanhar os estudos com a substância e conceber estratégias para a produção. O representante do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Gelsio Luiz Quintela Mendes, manifestou a disposição do órgão em participar dos ensaios clínicos.
Os pacientes querem antes de tudo a garantia de entrega das cápsulas da substância, atualmente interrompida. Por força de decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, a Universidade de São Paulo (USP), por meio do Instituto de Química em São Carlos, está obrigada a cumprir as mais de 1.200 liminares já expedidas. Nesse instituto, as cápsulas vinham sendo produzidas em pequena escala, com distribuição a pacientes.
Os representantes do governo, por sua vez, mostraram boa vontade em acelerar procedimentos para os testes clínicos, necessários para o registro definitivo do medicamento, assim como para garantir a sua produção. Já os pesquisadores querem a garantia da supervisão desses testes, que incluem o monitoramento de dados de pacientes, para avaliação da eficácia e da segurança do uso da substância.
A audiência foi realizada em conjunto pelas Comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e Assuntos Sociais (CAS). Assinaram os pedidos os senadores Ivo Cassol (PP-RO), que dirigiu os trabalhos, e ainda Ana Amélia (PP-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF), que preside a CCT.
- Conseguimos comover e, ao mesmo tempo, trazer os demais senadores para a realidade dos fatos. Tivemos depoimentos consistentes e verdadeiros, inclusive de pacientes que estão utilizando a fosfoetanolamina. Não é justo que, por uma coisa ou outra na USP, a droga não esteja sendo produzida. E não é apenas a USP que pode produzir – disse Cassol, avaliando a audiência.

Método

Um dos pesquisadores foi o professor aposentado Gilberto Orivaldo Chierice, da USP, que desenvolveu método próprio para sintetizar a fosfoetanolamina, que imita a natural produzida pelo corpo humano, atuando para reforçar os mecanismos de defesa contra as células comprometidas. Além de explicar como a droga funciona, ele rebateu que durante as pesquisas não tenham sido realizados testes clínicos com pessoas.
Segundo Chierice, esses testes foram feitos em hospital em Jaú (SP), por meio de convênio com a USP, entre 1995 e 2000. Disse que os trabalhos seguiram as regras que se aplicavam à época, do Ministério da Saúde, antes que as pesquisas passassem a ser reguladas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo ele, os estudos foram publicados e desfrutam de reconhecimento internacional. Sobre os relatórios produzidos no hospital, disse não saber o destino dado após o fim do convênio.
- O hospital nos usou como trampolim para ser hospital de pesquisa e deixou acabar. Não tem um dado clinico [hoje], mas tem muita gente que tomou [a substância] – disse.
Outro pesquisador, que continua na ativa em São Carlos e foi nos últimos anos o responsável direto pela produção das cápsulas distribuídas aos pacientes, confirmou que o laboratório local não está apto a produzir na quantidade demandada pelo conjunto de liminares que se multiplicaram desde a divulgação mais intensa sobre a droga na mídia.
- Não somos uma fábrica, somos um laboratório. O que tem de ser feito é sair da universidade, fabricar em outro local onde se possa aumentar a produção – afirmou.
Depois, em entrevista, ele confirmou informação divulgada por Cassol na audiência, que os pesquisadores estão dispostos a conceder autorização para a produção ser feita por outros laboratórios. Segundo ele, o grupo tem apenas uma condição: que seja montado um instituto para que esse mesmo grupo possa continuar atuando em conjunto, na pesquisa de outros fármacos. Além disso, reforçou o interesse do grupo na supervisão dos testes clínicas, agora segundo os critérios da Anvisa.
- Como tem muita gente contra, temos que tomar esse cuidado; de repente, podem boicotar uma pesquisa dessa e botar tudo a perder – observou.

Casos

Médicos da mesma rede de pesquisa apresentaram resultados da aplicação da droga em pacientes sob seus cuidados, com apresentação de exames de imagem e vídeos mostrando evolução positiva no tratamento. Um dos pacientes que relataram diretamente sua história médica foi a psicóloga Bernadete Cioffi, de São Paulo. Contou que teve câncer de mama e nenhuma das terapias a que se submeteu foi eficaz.
Com metástase óssea e já em tratamento paliativo, ela disse que passou a usar a fosfoetanolamina em setembro. Agora, já não precisa mais de cadeira de rodas e nem bengala usa. Também parou de usar medicamentos para as dores, que lhe causavam efeitos adversos, como relatou.
- Vim de São Paulo de avião, sozinha. Não precisei de nenhum suporte no aeroporto. O que quero é pedir às senhoras e senhores que não tirem de nós essa chance com a substância. Que eu possa continuar com o uso do ‘fosfo’, pelo menos para que eu não volte ao analgésico – disse, relatando que no momento só dispõe de duas cápsulas.

Anvisa

O presidente da Anvisa. Jarbas Barbosa Júnior, salientou a importância de regras e controles para desenvolvimento de medicamentos, sobretudo para os testes clínicos em humanos.  Segundo ele, o processo é complexo e visa garantir não só a eficácia para a doença, mas também a segurança quanto a efeitos adversos e mesmo de letalidade. Segundo ele, os critérios adotados são equivalentes aos dos países que adotam as melhores práticas.
Também afirmou que nunca chegou ao órgão qualquer pedido de autorização para testes clínicos com a fosfoetanolamina. Deixou claro, contudo, que o órgão confere prioridade a toda pesquisa e ensaio químico desenvolvido no país, e que esse tratamento será naturalmente adotado diante de eventual solicitação de testes com a droga experimental.
- Toda inovação radical, de substância fabricada no pais, é considerada uma prioridade e passa para o primeiro lugar da fila. O objetivo é estimular a inovação no país – salientou.
Jailson Bittencourt de Andrade, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, observou que a questão da fosfoetanolamina já está na pauta de debates nacional, inclusive nos três poderes da República, e alcançou também o exterior. Revelou que já havia sido solicitado a dar entrevista para grande jornal estrangeiro sobre o tema. Adiantou a disposição em trabalhar em parceria com outros ministérios e salientou que a pasta pode colaborar com sua rede de 16 laboratórios para a produção imediata da substância, se for o caso.
A senadora Ana Amélia citou nota emitida pela USP em que a instituição entre outros pontos, destaca que não foram realizados estudos clínicos e, portanto, ainda não é possível assegurar a eficácia e a segurança do uso da fosfoetanolamina. Por isso, salientou, o debate deve ser feito com racionalidade. Sobre a mesma nota, destacou trecho que a instituição se mostrou pouco comprometida com o desenvolvimento dos estudos.
Agência Senado
Senado Federal

Presidente da Câmara: rito de impeachment será definido caso a caso


Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados
Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos. Presidente da Câmara, dep. Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Eduardo Cunha: “Vale toda a interpretação da Constituição e da lei, como tem que ser, como aliás era”
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, disse nesta quinta-feira (29) que o rito dos pedidos de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, será definido a cada situação que for colocada, de acordo com a Constituição e a Lei 1.079/50, que define os crimes de responsabilidade e regula o processo de julgamento.
A declaração foi dada à imprensa após o presidente revogar em Plenário a decisão que havia sido tomada por ele, em 24 de setembro, ao responder a umaquestão de ordem de partidos de oposição sobre o rito a ser adotado pela Casa para a análise de pedidos de impeachment.
Líderes da oposição haviam questionado se caberia recurso ao Plenário no caso de Cunha rejeitar o pedido de abertura de processo contra Dilma. E Cunha definiu que qualquer parlamentar poderia apresentar recurso ao Plenário, no prazo de até cinco sessões, contra decisões contrárias à abertura de processo.
Posteriormente, o rito foi suspenso por liminares dos ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), que acolheram os argumentos de mandado de segurança de deputados da base aliada ao Executivo. Cunha chegou a recorrer contra as liminares no último dia 19, mas preferiu revogar o rito do impeachment antes de o Supremo julgar os seus recursos. Segundo ele, essa decisão não descumpre as liminares do STF. “Com a revogação da decisão, os mandados perdem objeto”, apontou.
O presidente não adiantou se caberá recurso ao Plenário caso ele rejeite os pedidos de impeachment. “Eu não quero dizer qual entendimento está valendo, porque não sei que tipo de situação vai ser colocada”, afirmou. “Vale toda a interpretação da Constituição e da lei, como tem que ser, como aliás era”, completou.
A oposição vinha pedindo que o presidente desconsiderasse a questão de ordem anteriormente apresentada. Para o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), a decisão tomada previamente por Cunha de revogar o rito definido por ele possibilitará que o Plenário se pronuncie em relação ao pedido de impeachment, como já ocorreu no caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello.
Parecer
Eduardo Cunha voltou a negar ter recebido qualquer parecer da consultoria da Câmara sobre o último pedido de impeachment contra a presidente Dilma, apresentado por líderes da oposiçãono dia 21. “Nesta semana, fizeram muito romance com essa história. Não tinha qualquer parecer comigo, não chegou qualquer parecer para mim. E, se tinha em produção, continua em produção, porque até agora não chegou a mim”, disse.

Cunha informou que os oito manifestantes algemados a uma pilastra no Salão Verde da Câmara em protesto pelo impeachment de Dilma poderão permanecer no prédio, inclusive durante o feriado. “Os aposentados da Varig ficaram aqui para resolver o problema deles e ninguém os expulsou. Não podemos ter dois pesos e duas medidas”, ressaltou o presidente.
Os manifestantes fazem parte da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, e a ideia do grupo é permanecer algemado até que o presidente da Câmara acolha o pedido de impeachment, ou “até aguentarem fisicamente”. Cunha já anunciou que decidirá em novembro sobre a representação apresentada pela oposição no último dia 21.
Censura
Em resposta a jornalistas, Cunha também negou qualquer ato seu ou de seus aliados para ameaçar seus adversários, conforme acusou o deputado Silvio Costa (PSC-PE), vice-líder do governo. O presidente afirmou ainda que não é responsável pelos atos dos seus aliados.

Em entrevista à imprensa, Costa disse que Cunha “está utilizando as prerrogativas de presidente para se proteger e ameaçar seus adversários, aqueles que querem dar uma satisfação ao Brasil e retirá-lo da Presidência”. Entre esses atos, Costa citou pedido da Corregedoria da Câmara, à Mesa Diretora, de censura contra ele, por ter afirmado que “Eduardo Cunha protegeu bandido na CPI das Órteses e Próteses”.
Reportagem – Lara Haje
Edição – João Pitella Junior

Dispositivo da Lei das Contravenções Penais sobre porte de arma branca será analisado pelo STF


Dispositivo da Lei das Contravenções Penais sobre porte de arma branca será analisado pelo STF


As implicações legais do porte de arma branca sem autorização serão discutidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Por maioria, o Plenário Virtual acompanhou a manifestação do relator, ministro Edson Fachin, reconhecendo a repercussão geral do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 901623, no qual se questiona a tipicidade da conduta dada a ausência de regulamentação exigida no artigo 19 da Lei das Contravenções Penais (LCP, Decreto-Lei 3.688/1941).
O artigo 19 da LCP estabelece como contravenção trazer consigo arma fora de casa, sem licença da autoridade, sob pena de prisão simples ou multa, ou ambas cumulativamente. Para o ministro Fachin, a discussão no ARE baseia-se na incompletude do tipo penal sobre o qual se fundou a condenação do recorrente, em possível afronta o princípio da legalidade penal (artigo 5º, inciso XXXIX, da Constituição Federal), segundo o qual não há crime sem lei anterior que o defina nem pena sem prévia cominação legal.
No caso concreto, um homem foi condenado ao pagamento de 15 dias-multa pelo porte de uma faca de cozinha, com recurso negado pela Turma Criminal do Colégio Recursal de Marília (SP). O colegiado entendeu que o artigo 19 da LCP está em plena vigência e não foi revogado pelo Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), que trata apenas de armas de fogo.
A Defensoria Pública de São Paulo, que representa o recorrente, sustenta no Supremo a atipicidade do porte de armas brancas, pois o artigo 19 da LCP seria carente de regulamentação por ele mesmo exigida. A Defensoria ainda alega que a invocação do Decreto Paulista 6.911/1935 como norma regulamentadora do porte de arma branca viola a competência exclusiva da União para legislar sobre direito penal (artigo 22, inciso I, da CF).  
Ao submeter a questão aos demais ministros, o ministro Fachin argumentou que o tema merece status de repercussão geral por tratar de garantia constitucional de relevância social e jurídica que transcende os limites da causa, “explicitando a necessidade de se exigir clareza dos tipos penais, um dos corolários do princípio da legalidade penal”. O entendimento do relator foi seguido, por maioria, em deliberação no Plenário Virtual da Corte.

SARGENTO CARLOS DIRETOR DO PORTAL DO MUNIM PARTICIPA DE ANIVERSÁRIO EM SÃO LUÍS.



SARGENTO CARLOS DIRETOR DO PORTAL DO MUNIM COM A NIVERSARIANTE BIANCA E SEU PAI PROFESSOR JOÃO VIEIRA.
SARGENTO CARLOS DIRETOR DO PORTAL DO MUNIM COM A NIVERSARIANTE BIANCA E SEU PAI PROFESSOR JOÃO VIEIRA.
SÃO LUÍS – O sargento Carlos, diretor do portal do munim, junto com o amigo jornalista Stênio Johnny, marcaram presença no aniversário da Jovem Bianca, que completou 21 anos de idade. Bianca filha do amigo professor João Vieira, que além de ser professor do colégio Dom Bosco ainda exerce a função de bioquímico no hospital presidente Vargas em São Luís. Bianca Vieira, faz faculdade de direito, e trabalha no banco do Brasil.
PROFESSOR JOÃO VIEIRA E A FILHA BIANCA.
PROFESSOR JOÃO VIEIRA E A FILHA BIANCA.
PARENTES E AMIGOS.
PARENTES E AMIGOS.
DIVERSOS CONVIADOS MARCARAM PRESENÇA.
DIVERSOS CONVIDADOS MARCARAM PRESENÇA.
BIANCA COM O PAI E AMIGAS.
BIANCA COM O PAI E AMIGAS.
ANIVERSARIANTE BIANCA COM SUA FAMÍLIA.
ANIVERSARIANTE BIANCA COM SUA FAMÍLIA.
AMIGOS DE BIANCA.
AMIGOS E AMIGAS DE BIANCA.
AMIGAS DE BIANCA.
AMIGAS DE BIANCA.
BIANCA PARTINDO O BOLO.
BIANCA PARTINDO O BOLO.
BIANCA E O NAMORADO.
BIANCA E O NAMORADO.
YAGO VIEIRA E SUA NAMORADA.
YAGO VIEIRA E SUA NAMORADA.

O repórter Stenio Johnny esteve no local do envento onde a Jovem Bianca comemorou o seu aniversário de 21 anos com parentes e amigos.