terça-feira, 25 de abril de 2017

EX-PRESIDENTE JOSÉ SARNEY: SUA VIDA, SUA TRAJETÓRIA POLÍTICA E LITERÁRIA

   
           
Na segunda-feira(24), foi o aniversário do ex-presidente José Sarney, o maior político do Maranhão, da América Latina e um dos maiores políticos do mundo. Um homem que até os seus inimigos políticos, tiram o chapéu pra ele. Amado por muitos, odiado por outros, admirado, exaltado, criticado, mas respeitado pela maioria dos brasileiros. Ao longo dos seus 87 anos de vida, José Sarney fez grandes políticos no Maranhão e no Brasil.

Sábio e sereno, tem a capacidade de transformar adversários políticos em amigos. Como Lula, Epitácio Cafeteira, Fernando Collor, dentre tantos outros nomes da política Nacional. Sarney fez juízes, desembargadores, ministros, secretários de estado, prefeitos, Deputados e muitos profissionais de diferentes áreas dando-lhes chefias no estado e no país.

Se tudo de ruim que existe no Maranhão como dizem os azedos  comunistas, foi culpa de Sarney. Há de se convir que tudo que tem de bom no estado, foi conseguido através do empenho e prestígio político de José Sarney. No Maranhão, quase todos os políticos, inclusive os que foram suas crias no passado e hoje são seus inimigos, lhe beijaram a mão e são o que são e tem o que tem hoje, agradeça a Deus e a Sarney.

Quem sabe muito bem dessa história é o pai do governador Flávio Dino. Sálvio Dino, que até hoje é amigo de Sarney, por reconhecer que o ex-presidente muito lhe ajudou ao longo da sua vida. Coisa que o seu filho, o governador comunista não reconhece.

Por tanto o ex- presidente Sarney merece sim o nosso respeito a nossa admiração .Homem nenhum no mundo é perfeito! Principalmente político. Mas nem por isso podemos deixar de homenagear o nosso poeta e escritor. A maior autoridade política do Brasil, que os comunistas tem que tirar o chapéu e se curvar diante da sua sapiência política inigualável. A nível de estado, Brasil e do mundo. Nunca é tarde para parabenizar um grande vulto nacional. A lenda viva da política brasileira.

Parabéns presidente Sarney!
Que Deus lhe cubra de bênçãos.

São os votos do radialista, repórter e cantor maranhense.
Stenio Johnny. 

          Temer, Sarney e Roseana
          
  

CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA DESTE GRANDE HOMEM E POLÍTICO BRASILEIRO


José Sarney de Araújo Costa nascido José Ribamar Ferreira de Araújo Costa (Pinheiro24 de abril de 1930), é um advogadopolítico e escritor brasileiro. Foi o 31º Presidente do Brasil (1985-1990) e o 20º Vice-presidente do Brasil (1985). Anteriormente, fora também Deputado estadual, governador do Maranhão (1966-1971) e senador pelo mesmo estado (1971-1985). Depois de deixar a presidência, foi novamente senador, em 1991 (dessa vez pelo recém criado estado do Amapá. Tendo presidido o senado brasileiro por três vezes

José Sarney bacharelou-se em direito na Universidade Federal do Maranhão em 1953, época em que ingressou na Academia Maranhense de Letras e fazia parte de um movimento de poetas maranhenses que lançou o pós-modernismo no estado. Ao lado de Lago Burnett, Lucy Teixeira e Ferreira Gullar, o movimento literário foi difundido por meio da revista A Ilha, da qual Sarney foi um dos fundadores. Ingressou na carreira política filiando-se ao PSD. Candidatou-se a deputado federal em 1954, não se elegendo, mas assumiu pela primeira vez vaga um mandato Câmara dos Deputados em 1955.

Migrou para a UDN em 1958, partido pelo qual foi eleito deputado federal em eleições naquele mesmo ano e em 1962 e governador do Maranhão em 1965. Em 27 de outubro de 1965, com a instituição do AI-2, os partidos políticos são extintos, com a imposição do bipartidarismo. Sarney então ingressa na ARENA, onde ficaria por quase vinte anos.[6] Foi eleito e reeleito senador pela ARENA na década de 1970 e ficou no cargo até 1985. Presidiu a legenda a partir de 1979, que se tornaria PDS no início de 1980, mas deixou o partido e ingressou no PMDB em 1984, onde se tornou candidato a vice-presidente na chapa de Tancredo Neves para a eleição presidencial de 1985. Eleitos indiretamente por um Colégio Eleitoral, deveriam assumir a posse em março daquele ano; contudo, o presidente Tancredo Neves, adoeceu gravemente e faleceu pouco antes de tomar posse do cargo. Assim, Sarney assumiu a presidência da República em abril.

Sarney é o político brasileiro com mais longa carreira (59 anos) no plano nacional, superando o senador Limpo de Abreu (53 anos de carreira política e 36 como senador vitalício). Ruy Barbosa, o mais duradouro político no período republicano, foi senador por 31 anos contra os 36 de Sarney e Limpo de Abreu[nota 4]. Durante sua vida pública José Sarney atuou sob quatro constituições (1946, 1967, 1969 e 1988, esta última convocada por ele, no exercício da Presidência da República) e quatro governos sob a Constituição de 1946, seis no governos militares e, depois de seu mandato presidencial, cinco sob a Constituição de 1988 — 15 governos. Como parlamentar integrou 13 legislaturas, quatro como deputado federal e seis como senador. Era parte da oposição ao governo antes de 1964 e, a partir daí, parte das forças de apoio ao regime militar. Paradoxalmente, acabou sendo o primeiro presidente civil após o regime militar, em razão da morte de Tancredo Neves.

Família


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           Foto antológica do ex-presidente Sarney e família

Em 1946, José Ribamar conhece Marly Macieira. Dois anos mais jovem, ela é prima de um amigo, Murilo Ferreira, e filha do cirurgião, clínico e diretor de hospital, Carlos Macieira. No ano seguinte, Marly o convida para sua festa de quinze anos, e Ribamar torna-se o seu primeiro e único namorado. Após cumprir o prazo tradicional de noivado, casam-se em 12 de julho de 1952. Em 1953, nasce sua filha, Roseana. Dois anos depois, nasce Fernando, e, em 1957, chega mais um filho, Zequinha.[10]

Deputado Federal

A carreira política de José Sarney teve início em 1954. Nesse ano, marcado pelo suicídio de Getúlio Vargas, Sarney disputou sua primeira eleição pelo Partido Social Democrata (PSD) Sem dinheiro e sem tradição, conseguiu chegar apenas à terceira suplência. Mas ainda no primeiro ano da legislatura, em 1955, aos 25 anos, pode assumir provisoriamente o mandato de deputado federal. Com a volta de Vitorino Freire — o político pernambucano que fora para o Maranhão durante a década de 1930 e controlava o estado com mão de ferro — ao PSD, que havia transitoriamente abandonado pelo PST, Sarney transfere-se para a União Democrática Nacional (UDN). O mandato interino se repetiu várias vezes nos anos seguintes.

Governador do Maranhão

Em 1965 José Sarney lançou-se candidato a governador do Maranhão. Antes do pleito, a Justiça Eleitoral fez uma revisão, que resultou na eliminação de dois quintos do eleitorado. O vitorinismo entrou na disputa dividido - com os candidatos Renato Archer, pela coligação PTB/PSD, e Costa Rodrigues, prefeito de São Luís, pelo PTN, apoiado governador Newton Bello. A eleição se travou sob a proteção de tropas federais. José Sarney percorreu o Maranhão de ponta a ponta e teve uma vitória esmagadora: recebeu 120 mil votos ou mais que a soma dos votos dados aos dois outros candidatos (103 mil).

Durante o Governo Sarney os investimentos foram aumentados em 2.000%. A oferta de energia elétrica no Maranhão, que era de 7.500 kW[, menor que a do edifício Avenida Central, no Rio de Janeiro, passou para 237 500 kW. As estradas passaram de 13 km pavimentados para centenas de quilômetros, que incluíam a BR-135, São Luís – Teresina. Foi aberto o Porto do Itaqui e rompidas as amarras do crescimento urbano de São Luís, impedido a nordeste e sudoeste pelas rias Anil e Bacanga, com a construção da ponte do São Francisco, que abria caminho para as praias do norte da ilha, e a barragem que permitia o acesso à ponta do Itaqui.
O programa de educação João de Barro permitiu a criação de uma escola por dia, um ginásio por mês, uma faculdade por ano. Com a combinação de adaptações do método Paulo Freire com a introdução de uma TV Educativa — a primeira do Brasil — foi possível formar rapidamente professores e monitores que estenderam a educação a todo o Estado, que só tinha um ginásio. Ainda no governo Sarney foi instalada a Universidade Federal do Maranhão, e preparado o caminho para a Universidade Estadual do Maranhão. Na área da saúde foi construído o Hospital Geral, em São Luís, e criado um grande número de postos médicos no interior maranhense.

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Senador do Maranhão

Em maio de 1970, Sarney deixou o governo para ser candidato a senador[. A UDN e os demais partidos políticos haviam sido extintos pelo Ato Institucional n° 2, em outubro de 1965, e foi implantado o bipartidarismo. Formaram-se dois partidos: a ARENA (Aliança Renovadora Nacional), o partido de apoio ao regime militar, e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que reunia a oposição. Sarney inscreveu-se na ARENA e foi eleito senador pelo Maranhão em chapa que teve mais que o dobro dos votos dados a seus adversários.
Parece ter apoiado discretamente o senador Daniel Krieger, da ARENA do Rio Grande do Sul, quando este liderou um grupo de senadores contrários ao Ato Institucional Número Cinco. Com o Congresso Nacional ainda fechado por força do AI-5, o grupo enviou carta a Costa e Silva, criticando o Ato - carta que, Sarney, cautelosamente, não assinou. Alguns anos depois, já com o Congresso aberto, Sarney limitava-se a produzir discursos beletristas acerca da transitoriedade das coisas - incluindo o AI-5 e o próprio regime militar.
Trabalhou no sentido de preparar o Senado Federal para novas tecnologias e nova forma de fazer política. Participou da criação do IPEAC — Instituto de Pesquisa e Assessoria do Congresso e da informatização do Senado, no que seria o futuro Prodasen. Em dezembro de 1978, o senador José Sarney relatou a Emenda Constitucional n°11], que revogou todos os atos institucionais e complementares impostos pelos militares. Em seu parecer, Sarney advertia que o fim do AI-5 era apenas um início de jornada, e que não esgotava o processo político autoritário.

Presidência da República

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A saúde de Tancredo Neves tornou-se a uma tragédia com as sucessivas cirurgias e o quadro de infecção generalizada que o levou a morte. Em 15 de março de 1985, Sarney assumiu interinamente a presidência da República. Com a morte de Tancredo no dia 21 de abril, assumiu oficialmente o cargo. O processo que devia acontecer, segundo o plano da Aliança Democrática, sem traumas, iniciava-se com o trauma da doença e a sombra do desastre. O primeiro desafio de Sarney foi resgatar as esperanças. Sua estratégia foi legitimar-se pela ação. Às Forças Armadas deu o espaço institucional que resgatou a ideia da volta aos quartéis como uma conquista. Aos partidos políticos na clandestinidade, deu o reconhecimento; à imprensa, a liberdade de expressão; aos sindicatos, a liberdade de manifestação; convocou eleições e convocou a Constituinte. Retomou a ideia de uma política externa independente, abrindo o diálogo com a América Latina, voltando-se para a Argentina. Na ação administrativa, abriu espaço para as questões até então marginalizadas: a reforma agrária, a cultura, a política urbana, o meio ambiente; avançou na desburocratização, criou na Fazenda a Secretaria do Tesouro o SIAFI, unificando o orçamento da União e acabando com a conta-movimento no Banco do Brasil.  



Carreira literária
Ao lado de sua vida política, José Sarney desenvolveu uma extensa carreira literária, como autor de contoscrônicasensaios e romances. Criador do Suplemento Literário de O Imparcial, participou de um grupo de escritores e artistas que se reunia na Movelaria Guanabara, em São Luís. Nesta época — começo da década de 1950 — edita com Luiz Carlos de Bello Parga e Bandeira Tribuzzi a revista A Ilha, porta voz do pós-modernismo no Maranhão, e par de revistas lançadas por todo o Brasil. A influência dominante no grupo é de Bandeira Tribuzzi, que estudara em Portugal e de lá trouxera a apreciação de Fernando Pessoa e dos poetas portugueses do segundo quarto do século XX. Sua colaboração esparsa lhe valeu a eleição precoce para a Academia Maranhense, em 1952, aos 22 anos. No ano seguinte lança um estudo antropológico, Pesquisa sobre a Pesca de Curral, e logo depois o primeiro livro de poesia, A Canção Inicial.
Com a intensa atividade política dos anos seguintes, só voltaria a publicar literatura depois de um longo intervalo, justamente, no entanto, quando vivia a efervescência do governo do Maranhão. Trata-se de um livro de contos, Norte das Águas, escrito com uma linguagem de grande riqueza vocabular e domínio formal, saudado em todo o Brasil. Em 1978 voltou à poesia, com Os Maribondos de Fogo. Depois de um intervalo em que publica um grande volume de discursos, retorna à literatura em 1995 com O Dono do Mar, romance em que renovaria as experiências formais de Norte das Águas, em um contexto de tempo múltiplo e forte erotismo.
Em 2000 lança um novo romance, Saraminda, que o confirmaria como mestre do gênero, com uma escrita despojada e poética, ambientado na região fronteiriça entre o Amapá e a Guiana Francesa. Num terceiro romance, A Duquesa Vale uma Missa, de 2007, Sarney transfere o cenário literário para o eixo Rio-São Paulo. Sarney é autor de uma vasta colaboração na imprensa, onde se destaca a crônica semanal na Folha de S. Paulo, que retomada em 1991, publicou ininterruptamente durante mais de 20 anos. Estas crônicas foram recolhidas em oito volumes, e a Academia Brasileira de Letras publicou uma antologia, Tempo de Pacotilha.

Condecorações

José Sarney foi agraciado com as seguintes condecorações:







segunda-feira, 24 de abril de 2017

Eleitor que não votou nas últimas 3 eleições tem até o dia 2 de maio para regularizar situação


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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão disponibilizou nesta segunda, 24 de abril, lista com os nomes dos 54.371 eleitores do estado que terão o título cancelado caso não regularizem a situação até o dia 2 de maio. O motivo do cancelamento é que estes eleitores não votaram ou justificaram o voto por 3 eleições consecutivas. Só em São Luís, são 10.303 eleitores nesta situação.

Antes de se deslocar até um cartório eleitoral, o eleitor pode confirmar no endereço eletrônico www.tre-ma.jus.br, clicando no banner “títulos passíveis de cancelamento”, se está nesta condição. Ele pode ainda ligar para o número 0800 098 5000 (de segunda a sexta, das 8 às 18h) ou ainda ir ao cartório eleitoral e solicitar essa informação.

Para a Justiça Eleitoral, cada turno de votação é considerado como uma eleição. Já o parágrafo 6º do Provimento n.º 1/2017 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelece que “será cancelada a inscrição do eleitor que se abstiver de votar em três eleições consecutivas, salvo se houver apresentado justificativa para a falta ou efetuado o pagamento de multa, ficando excluídos do cancelamento os eleitores que, por prerrogativa constitucional, não estejam obrigados ao exercício do voto”.

No entanto, é importante destacar que os eleitores com voto facultativo (analfabetos, eleitores de 16 a 18 anos incompletos e maiores de 70 anos) ou com deficiência previamente informada à Justiça Eleitoral não necessitam comparecer ao cartório para regularizar a sua situação.

O que levar 

Para fazer a regularização, o eleitor deverá apresentar no cartório eleitoral documento oficial com foto, comprovante de residência e, se possuir, título eleitoral e os comprovantes de votação, de justificativa ou de quitação de multa.



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TRE-MA - Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão
ASCOM - Assessoria de Imprensa e Comunicação Social
(98)2107-8742 / (98)2107-8760 / (98)98802-4204
Horário de funcionamento: 13h às 19h

STJ recebe pedido de investigação contra dois governadores

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu nesta segunda-feira (24) as primeiras duas sindicâncias oriundas das delações da construtora Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que têm como alvo governadores com prerrogativa de foro na corte. Ambas tiveram o sigilo levantado ainda no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os requerimentos de abertura de investigação contra os governadores de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e de Tocantins, Marcelo Miranda, foram apresentados pela Procuradoria-Geral da República ao STF em 14 de março. Após análise, o relator da Operação Lava Jato naquela corte, ministro Edson Fachin, encaminhou duas petições ao STJ, ao qual caberá investigar e processar eventual ação penal. Outras 12 sindicâncias ainda devem ser remetidas pelo Supremo.
O ministro Luis Felipe Salomão foi considerado prevento para relatar os casos no âmbito do STJ. Salomão aguardará o recebimento dos outros requerimentos para análise em conjunto, procedimento idêntico ao adotado pelo ministro Edson Fachin no STF. O vice-procurador-geral da República Bonifácio de Andrada atuará nos feitos.

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domingo, 23 de abril de 2017

Jerry Adriane sua vida, sua história musical



Biografia

Nascido Jair Alves de Souza em 29 de janeiro de 1947 no Brás, na cidade de São Paulo, começou a sua vida profissional em 1964, com a gravação do seu primeiro LPItalianíssimo, e no mesmo ano gravou seu segundo LP, Credi a Me.
Em 1965, grava Um Grande Amor, sendo o primeiro LP em português. Tornou-se apresentador do programa Excelsior a Go Go, na antiga TV Excelsior de São Paulo, ao lado do comunicador Luís Aguiar; apresentava músicas dos VipsOs IncríveisTrini LopezCidinha Campos, entre outros.
Entre 1967 e 1968, já na TV Tupi de São Paulo, passou a apresentar A Grande Parada, ao lado de grandes artistas, como Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marília Pera. Era um musical ao vivo que apresentava grandes nomes da música popular brasileira.
Em 1969 Ganhou o título de cidadão carioca.
Foi responsável pela ida de Raul Seixas para o Rio de Janeiro, amigos desde a época em que possuía uma banda em Salvador, chamada Raulzito e os Panteras, por três anos. Entre as músicas que a banda tocou, ambas compostas por Raulzito, estão "Tudo Que É Bom Dura Pouco", "Tarde Demais" e "Doce Doce Amor".
Entre os anos de 1969 a 1971, Raul Seixas foi seu produtor, até iniciar a carreira solo.
Na década de 1970, fez shows na VenezuelaPeruEstados UnidosMéxicoCanadá e outros países.
Em 1975, participou de um musical no Hotel Nacional, denominado Brazilian Follies, dirigido por Caribe Rocha, ficando um ano e meio em cartaz.
No começo da década de 1990, gravou um disco que trazia de volta as origens do Rock in Roll, com o tema "Elvis Vive", um tributo a Elvis, sendo este o 24º disco da sua carreira.
Em 1994, a convite de Cecil Thiré, participou da novela 74.5: Uma Onda no Ar, produzida pela TV PLUS e exibida pela Rede Manchete[1], exibida também em Portugal, com grande sucesso.
Pelos seus 70 anos, ele participou de três episódios do programa de televisão italiano "MilleVoci" por Gianni Turco, que irá ao ar em junho de 2017.
Era pai de três filhos: Thiago, Tadeu e Joseph.

Morte

Em 10 de abril de 2017, a família de Jerry Adriani anunciou que ele foi diagnosticado com um câncer e que o tratamento estava sendo iniciado. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a doença. Jerry veio a falecer em 23 de abril de 2017, às 15h30min (Horário de Brasília), no Hospital Vitória na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Discografia

  • 1964 - Italianíssimo
  • 1964 - Credi a me
  • 1965 - Um grande Amor
  • 1966 - Devo tudo a você
  • 1967 - Vivendo sem Você (Neste disco, várias músicas se tornaram sucesso como "Quem Não Quer" e "És Meu Amor")
  • 1967 - Dedicado a Você (Nesse segundo disco lançado em 1967, versões de grandes canções italianas e inglesas são o destaque)
  • 1968 - Esperando Você (Novamente um disco recheado de versões, na maioria de músicas inglesas, sob o comando de Rossini Pinto)
  • 1969 - Jerry Adriani (Um disco em que quase todas as músicas foram sucessos, revelando muito romantismo)
  • 1970 - Jerry (Primeiro disco de Jerry produzido por Raul Seixas, traz composições de HyldonGetúlio CôrtesPaulo César Barros e do próprio Raul)
  • 1971 - Jerry Adriani (Segundo disco produzido por Raul Seixas, traz composições de Demétrius e Roberto Corrêa)
  • 1971 - Pensa em Mim (Terceiro e último disco produzido por Raul Seixas, foi um dos mais vendidos e executados da época, tendo a música "Doce Doce Amor" como destaque maior)
  • 1972 - Jerry (Produzido por Mauro Motta, este disco traz, na sua maioria, versões de grandes sucessos da música americana)
  • 1973 - Jerry Adriani (Também produzido por Mauro Motta, traz composições de Renato Barros e de Mauro Motta em parceria com Rossini Pinto)
  • 1975 - Jerry Adriani (Outra produção de Mauro Motta, este disco mescla versões com composições de Mauro Motta, Getúlio Côrtes e Renato Barros)
  • 1977 - Jerry Adriani (Novamente produzido por Mauro Motta, os destaques desse disco são composições do próprio Jerry, Othon Russo e Mauro Motta)
  • 1980 - Jerry Adriani (Produzido por Fernando Adour, este disco mescla versões de músicas americanas com composições de Paulo Sérgio Valle e da dupla Mauricio Duboc-Carlos Colla)
  • 1983 - Pra Lembrar de Nós Dois (Dessa vez pela gravadora Polygram, esse disco fez bastante sucesso, tendo como destaque a música "Indiferença", de José Augusto)
  • 1985 - Tempos Felizes (Novamente lançado pela Polygram, este disco traz, além de canções inéditas, grandes pout-pourris dos maiores sucessos, num total de 34 músicas)
  • 1986 - Outra Vez Coração (Com produção de Paulinho Fructuoso e direção artística de Roberto Menescal, traz composições de Jerry, Mario Marcos e de José Augusto)
  • 1988 - Jerry (Gravado pela RGE, este é um disco com arranjos e regências de vários maestros, numa produção de Hélio Costa Manso)
  • 1989 - Parece que foi Ontem (Também gravado pela RGE, com produção de Jairo Pires, traz composições de Biafra, José Augusto, Carlos Colla e do próprio Jerry)
  • 1992 - Doce Aventura (Gravado pela Eldorado, traz grandes sucessos de Raul Seixas, além de composições de Cláudio RabeloEd Wilson e do próprio Jerry)
  • 1995 - Elvis Vive (Neste disco alegre e dançante, Jerry interpreta os maiores sucessos de Elvis Presley, algumas vezes em inglês)
  • 1996 - Rádio Rock Romance (Um disco onde a principal característica é o rock, tendo na sua maioria versões de músicas americanas e um pout-pourri de sucessos da Jovem Guarda)
  • 1997 - Io (Nesse disco Jerry volta à música italiana, dessa vez regravando grandes sucessos dos maiores autores dessa língua)
  • 1999 - Forza Sempre (Produzido pela Indie Records e distribuído pela Universal Music, foi o disco de maior sucesso de Jerry na década de 90. Com produção de Carlos Trilha e direção de Liber Gadelha, Jerry interpreta os maiores sucessos da Legião Urbana, em italiano)
  • 2000 - Tudo Me Lembra Você (Gravado pela Indie Records, Jerry canta composições de Biafra, Ed Wilson, Zeca Baleiro e José Augusto, numa produção de Arnaldo Saccomani)
  • 2002 - O Som do Barzinho Italiano (Novamente gravado pela Indie Records, esse disco traz grandes sucessos da música italiana, com produção de Miguel Plopschi)
  • 2008 - Jerry Adriani Acústico e Ao Vivo


Outros lançamentos

  • 1995 - Os 30 maiores sucessos da Jovem Guarda.
  • 1997 - Participou de trilhas sonoras a A Indomada da Rede Globo.
  • 2000/2001 - Participa de trilhas sonoras de novelas e regrava músicas do Elvis, de que é fã incondicional.

Televisão

Filmografia

Como ator e cantor fez três filmes:
  • Essa Gatinha é Minha - Com Pery Ribeiro e Anik Malvil.
  • Jerry, A Grande Parada
  • Jerry em busca do tesouro - Com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara.

Premiação

  • Prêmio Sharp - Enquanto existia, foi indicado quatro vezes, na categoria cantor popular.
  • 1989 - LP MARCAS DA VIDA - melhor cantor
  • 1990 - LP ELVIS VIVE - melhor disco e melhor cantor
  • 1993 - LP DOCE AVENTURA - melhor cantor
  • 1995 - LP RADIO ROCK ROMANCE - melhor disco e melhor cantor

Como cantor maranhense, já mais deixaria de prestar a minha homenagem a um dos maiores cantores da jovem guarda e porque não dizer de todos os tempos. Fui há vários shows de Jerry Adriane em São Luís, o ultimo show do artista que em me fiz presente, foi na AABB São Luís-MA, em 2013.

Como cantor costumava cantar suas lindas canções nos lugares onde me apresentava. Por sorte cheguei a regravar em 2006 a versão que ele compôs de uma música de Nico Fidenco. Legata A Un Garnello Di Sabbia. Em português a sua versão ficou com o título Tudo Bem Eu Quero.

Foi uma honra e um prazer crescer ouvindo e interpretando, como artista que sou, os grandes sucessos do saudoso e inesquecível Jerry Adriane, que Deus chamou para fazer parte do coro de anjos, que cantam lá no céu.