quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pra cima deles Bolívia querida, aqui no Castelão quem manda é o Tubarão



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A falta de respeito ao futebol maranhense é muito grande dos times do sul do país quando vem jogar aqui no Maranhão. Os grandes times, quando vem realizar uma partida aqui em São Luís, subestimam os times maranhenses,  mandando seu jogadores reservas, frustando os torcedores que pagam um ingresso caro para ver um time reserva  jogar com um um grande clube de futebol  do estado, como vai acontecer hoje, quando o Palmeiras, veio jogar com o Sampaio, sem nenhum titular.

A CBF deveria acabar com este tipo de discriminação e preconceito dentro do futebol brasileiro, quer dizer que, quando  os grande jogam em outros estados vão completo quando vem para o Maranhão eles já acham que é uma partida ganha, vem com tanta certeza, que além de subestimar os time maranhenses, ainda desrespeita o torcedor, que vai ao estado pra ver os seus ídolos jogar. Aqui no Maranhão é assim, tudo acontece até Camaleão que dar de rabo em Tubarão

Pra cima deles Bolívia querida, mostra o que tu sabes jogar, bota esse camaleão na grama pra amarelar.

hey Camaleão: Aqui no Maranhão quem manda é o tubarão!



                                                   Por/Stenio Johnny
                                            Radialista/Repórter Investigativo
                                                   DRT/MA 0001541



Governador lança Jogos Escolares Maranhenses com participação recorde



Foto8_NaelReis - Lançamento do JEMs


Estudantes e atletas de todo o estado lotaram o Ginásio Castelinho para prestigiar, na tarde desta terça-feira (28), o lançamento da 43ª edição dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs), que neste ano bate o recorde de participação, envolvendo 50 mil estudantes de 1600 escolas do estado. A solenidade, presidida pelo governador Flávio Dino e que contou a com a presença de vários atletas maranhenses e do ex-jogador da seleção brasileira de futebol e maior ídolo do Flamengo, Arthur Antunes Coimbra, o Zico.
A convite da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel), a participação de Zico selou a grandiosidade da competição maranhense, que neste ano alcança crescimento de 50% no número de adesões em relação ao ano passado, com 96 municípios inscritos na disputa que terá como tema “Esporte e Lazer para Todos”.
“Ao fazer este lançamento estamos demonstrando a importância que nós damos para a política pública do esporte, na medida em que incentivamos o esporte comunitário, o esporte educacional, os bons valores de cidadania e as boas práticas educacionais. O esporte também tem a dimensão do alto rendimento, precisamos descobrir novos talentos para integrar as seleções maranhense e brasileira”, destacou o governador. 
O governador Flávio Dino ressaltou o exemplo de Zico como inspiração para os 50 mil estudantes que participarão dos Jogos, ao que o ídolo do futebol reforçou, relatando sua história de superação, dedicação e empenho.“É um prazer estar aqui e torço realmente para que esses atletas que participarão desses jogos aproveitem a oportunidade. Talvez eles não tenham noção do que isso possa representar na vida deles no futuro, então devemos dar palavras de apoio e motivação, para que no futuro o Maranhão possa levar estes atletas com nível para as competições nacionais. Estão de parabéns o governador Flávio Dino e o secretário Márcio Jardim pela grandiosidade e importância da competição”, apontou o craque, que peregrina por todo o país, incentivando a realização de jogos estudantis como ferramenta de formação de novos talentos. 
O titular da Sedel, Márcio Jardim, destacou o momento político que o Maranhão vive, de resgate do JEM’s como momento importante no calendário do esporte maranhense. “Estamos realizando o resgate do JEM’s, um JEM’s de integração e de participação popular”, defendeu o secretário, que vê no lançamento um momento de integração entre escolas, atletas e governo, sendo, também, um espaço de consolidação do significado dos jogos. 
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior elogiou a iniciativa do governo do Estado em fortalecer o JEM’s. “São Luís também sedia este grande evento, que é um momento tradicional no calendário esportivo do estado e muito importante para juventude do Maranhão. O fomento à prática esportiva pelo governo do Estado é de grande valor na formação dos nossos jovens e no aperfeiçoamento das habilidades de nossos atletas”, disse. 
Também participaram do evento, os esportistas maranhenses Iziane Castro, jogadora de basquete, o lutador, Rei Zulu, o nadador Frederico Castro, o corredor José Carlos – o Codó –, o enxadrista Rafael Leitão e os ex-jogadores de futebol Paulo César e Cléber Pereira. O vice-governador Carlos Brandão, o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) e prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, os deputados estaduais Sérgio Frota (PSDB), Rafael Leitoa (PDT) e GlalbertCutrim (PRB), o diretor da escola Liceu Maranhense Deusivan Sampaio, vários secretário municipais de esporte, o jogador de handebol Alberto Jorge, que participará do JEM’s estiveram presentes na mesa de abertura do JEM’s 2015. 
Como resultado da política do governo, que visa expandir suas ações para todo o Maranhão, os JEM’s 2015 alcançaram a maior adesão já registrada na história dos jogos, com 96 municípios participantes, grande aumento, quando comparado ao último ano, com 64 municípios participantes. 
A competição de 2015 contará com a participação inédita de 23 municípios e 11 cidades que integram a lista das 30 cidades de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): Afonso Cunha, Água Doce do Maranhão, Aldeias Altas, Amapá do Maranhão, Belágua, Cajari, Milagres do Maranhão, Pedro do Rosário, São João do Sóter, São Raimundo do Doca Bezerra e Serrano do Maranhão. 
Cronograma 
Os Jogos Escolares Maranhenses são compostos de quatro etapas (Municipal/Metropolitana, Regional, Estadual e Nacional) que comportam 22 modalidades disputadas nas categorias infantil (12 a 14 anos) e infanto (15 a 17 anos). A primeira etapa (Metropolitana) envolve apenas as instituições de ensino de São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar e será iniciada no dia 2 de maio. Nesse mesmo período, cada município que aderiu aos JEM’s realiza seus jogos municipais.
A segunda etapa da competição corresponde à etapa Regional, que ocorrerá em seis cidades do Maranhão, no mês de julho: Passagem Franca, São Mateus do Maranhão, Imperatriz, Caxias, São Domingos do Maranhão e Pinheiro. Já a etapa Estadual, que acontece tradicionalmente em São Luís, será realizada entre os meses de agosto e setembro, e os vencedores dessa etapa seguem para os Jogos Escolares da Juventude (etapa nacional).

Agência de Notícias
Governo do Estado do Maranhão

Pagamento dos servidores será antecipado para sexta-feira (1)



Governo do Estado do Maranhão


Por determinação do governador Flávio Dino, o pagamento do funcionalismo estadual será novamente antecipado para estasexta-feira (1). Conforme o calendário, o pagamento estava previsto para ser efetuado no dia 05 de maio (2º dia útil do mês), porém, devido a viabilidade financeira do Estado, será antecipado.

A antecipação para o primeiro dia do mês beneficiarámais de 110 mil servidores do Estado, sendo 74 mil ativos (entre efetivos, comissionados e temporários) e 38 mil inativos (aposentados e pensionistas).

De acordo com o secretário de Estado de Gestão e Previdência, Felipe Camarão, apesar do calendário oficial de pagamento dos servidores apresentar os dois primeiros dias úteis do mês como as datas estabelecidas para o pagamento, o Estado tem sempre buscado formas para antecipá-los, por determinação expressa do governador


GOVERNO DO MARANHÃO
SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

terça-feira, 28 de abril de 2015

2ª Turma concede habeas corpus a acusados de desvios na Petrobras




A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal concedeu hoje habeas corpus (HC 127186) a nove réus acusados de envolvimento em um suposto esquema de desvio de recursos da Petrobras. Ricardo Pessoa, José Ricardo Nogueira Breghirolli, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Sérgio Cunha Mendes, Gerson de Melo Almada, Erton Medeiros Fonseca, João Ricardo Auler, José Aldemário Pinheiro Filho e Mateus Coutinho de Sá Oliveira terão direito a responder a processos em liberdade e terão a prisão preventiva substituída por medidas cautelares.
Os réus citados no voto do ministro relator, Teori Zavascki, passarão a ser monitorados por tornozeleira eletrônica, e devem se manter afastados da direção e administração de empresas envolvidas nas investigações.
Deverão ainda cumprir recolhimento domiciliar integral, comparecer em juízo quinzenalmente para informar e justificar atividades, ficarão obrigados a comparecer a todos os atos do processo, bem como estão proibidos de manter contato com demais investigados e de deixar o país. O descumprimento de qualquer dessas medidas acarretará o restabelecimento da prisão.
Em seu voto, o ministro Teori Zavascki citou os requisitos da prisão preventiva e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, segundo a qual o indício de existência de crime é argumento insuficiente para justificar, sozinho, a adoção da prisão preventiva.
Para o ministro, a prisão preventiva só deve ser mantida se ficar evidenciado que se trata do único modo de afastar esses riscos contra a garantia da ordem pública e econômica, a conveniência da instrução criminal e a segurança da aplicação da lei.
"Decretar ou não decretar a prisão preventiva não deve antecipar juízo de culpa ou de inocência, nem, portanto, pode ser visto como antecipação da reprimenda nem como gesto de impunidade."
Segundo o relator, no entanto, a prisão preventiva não pode ser apenas justificada pela possibilidade de fuga dos envolvidos, sem indicação de atos concretos e específicos atribuídos a eles que demonstrem intenção de descumprir a lei.
O ministro citou que, no caso dos envolvidos no suposto esquema de desvio de recursos na Petrobras, há indícios da existência de graves crimes, como formação de cartel, corrupção ativa e lavagem dinheiro, e ressaltou a importância que teve a prisão preventiva na interrupção da prática desses crimes.
No entanto, para o ministro relator, os riscos para a ordem social e para a apuração dos fatos foram reduzidos e a prisão pode ser substituída de forma eficaz por medidas alternativas.
"Não se nega que a sociedade tem justificadas e sobradas razões para se indignar com notícias de cometimento de crimes como os aqui indicados e de esperar uma adequada resposta do Estado, no sentido de identificar e punir os responsáveis. Todavia, a sociedade saberá também compreender que a credibilidade das instituições, especialmente do Poder Judiciário, somente se fortalecerá na exata medida em que for capaz de manter o regime de estrito cumprimento da lei, seja na apuração e no julgamento desses graves delitos, seja na preservação dos princípios constitucionais da presunção de inocência, do direito à ampla defesa e ao devido processo legal, no âmbito dos quais se insere também o da vedação de prisões provisórias fora dos estritos casos autorizados pelo legislador", sustentou o ministro.
Sobre a possibilidade de a concessão da liberdade interferir no fechamento de um possível acordo de colaboração premiada com os envolvidos, o ministro afirmou que seria "extrema arbitrariedade" manter a prisão preventiva considerando essa possibilidade.
"Subterfúgio dessa natureza, além de atentatório aos mais fundamentais direitos consagrados na Constituição, constituiria medida medievalesca que cobriria de vergonha qualquer sociedade civilizada", disse o ministro relator, que foi acompanhado na votação pelos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
ministro Gilmar Mendes considerou que as medidas alternativas à prisão são suficientes para a garantia da ordem pública neste momento e por acreditar que inibem a possibilidade de reiteração criminosa, tendo em vista que Ricardo Pessoa renunciou à direção da UTC, que também está impedida de fazer contratos com a Petrobras.
Citando o julgamento do mensalão, o ministro lamentou que o Brasil esteja marcado pela “triste sina de disputar e ganhar campeonatos mundiais de corrupção” e salientou a gravidade dos fatos desvendados pela operação Lava-Jato, cujo desdobramento se dava enquanto o STF julgava a Ação Penal (AP) 470.
“Se no mensalão analisamos pagamentos a parlamentares da base aliada financiados por verbas de contratos de publicidade e empréstimos bancários fajutos, aqui temos quadro potencialmente mais sombrio. A investigação aponta que a Petrobras – a petroleira que mais investia no mundo – estaria contratando suas obras de engenharia com um grupo de empreiteiras, um suposto cartel, que controlava os preços e devolvia 3% de tudo o que recebia aos corruptos”, afirmou.
Quanto aos demais fundamentos que embasaram a prisão de Pessoa, o ministro afirmou que também não mais se justificam. “Tenho que a decisão que decretou as prisões preventivas indica prova robusta da existência de crimes graves e indícios suficientes de sua autoria. Estamos longe também de falar em excesso de prazo nas prisões. Pelo contrário: para um caso com esse número de réus e complexidade, o desenvolvimento da instrução é mais que satisfatório. O paciente foi preso em 14/11/2014. O encerramento da instrução, com o interrogatório dos últimos réus, está marcado para o 11 próximo. No que se refere aos fundamentos do decreto, a prisão já não se justifica pela conveniência da instrução criminal ou para a assegurar a aplicação da lei penal. As testemunhas relevantes foram inquiridas, o risco de fuga não é concreto”, afirmou.  
Divergência
A ministra Cármen Lúcia divergiu do voto do relator e votou por negar o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Ricardo Ribeiro Pessoa. No seu entendimento, o decreto da prisão preventiva se fundou nas evidências de prática de crimes de alta gravidade contra a administração pública e de lavagem de dinheiro. Ainda que a suspensão das práticas delitivas com a prisão preventiva esgotem seu fim com o encerramento da instrução criminal, esta ainda não foi totalmente encerrada.
Para a ministra, mesmo com interrogatório já marcado para a próxima semana, seu resultado pode levar à realização de novas diligências, e testemunhas podem ser novamente inqueridas. Se depois do último interrogatório houver o encerramento da instrução criminal, pode haver a modificação desse quadro. “Não existe instrução quase acabada.”
Outro ponto ressaltado pela ministra foi a continuidade dos contratos da UTC com a Petrobras e com a administração pública, e a possível participação do acusado na gestão da empresa, mesmo com seu afastamento formal da direção. Ainda em casa é possível ao acusado seguir com a comunicação virtual e a circulação de pessoas, possibilitando a participação nos negócios da empresa. A suspensão de novos contratos com a Petrobras não impede a continuidade de contratos em curso e obras em andamento – os quais, segundo os dados do Ministério Público Federal, superam R$ 7 bilhões – nem a realização de novos contratos com o poder público. Assim, diz a ministra, seria difícil saber da eficácia das medidas restritivas alternativas à prisão propostas no voto do relator. “Não sei como essas medidas poderiam ser impostas com controle absoluto”, afirmou, ao negar o HC.
Último a votar, o decano da Corte acompanhou a divergência aberta pela ministra Cármen Lúcia. Para ele, ainda persistem os motivos que ensejaram a edição do decreto prisional do empresário: a periculosidade do réu e a probabilidade de continuidade dos graves delitos de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Para o ministro, é inviável a conversão da prisão preventiva nas medidas cautelares constantes do artigo 319 do CPP.
Segundo o ministro, as circunstâncias que justificaram a prisão cautelar do empresário não se exauriram definitivamente, especialmente pelo fato de que ainda há a possibilidade de nova inquirição das testemunhas que já depuseram. De acordo com a denúncia, mesmo durante as investigações, negociava-se, com envolvimento da UTC, pagamento de propinas e cooptação de agentes públicos.
“Torna-se inviável a conversão da prisão preventiva em medidas cautelares alternativas quando a privação cautelar da liberdade individual tem fundamento, como sucede na espécie, na periculosidade do réu em face da probabilidade real e efetiva de continuidade da prática de delitos gravíssimos, como os de organização criminosa, de corrupção ativa e de lavagem de valores e de capitais”, disse o ministro.
Defesa
Da tribuna, Alberto Zacharias Toron, advogado de defesa do empresário Ricardo Ribeiro Pessoa, ex-dirigente da UTC Engenharia, alegou que há reiteradas decisões do STF no sentido de que a prisão preventiva tem caráter excepcionalíssimo. Segundo ele, não existiriam dados concretos para justificar a decretação da prisão preventiva para assegurar a instrução criminal, uma vez que essa fase já se encerrou. “O interrogatório está marcado para 4 de maio, segunda-feira próxima, ou seja, todas as testemunhas já foram ouvidas”, afirmou.
Argumentou ainda que a condição financeira de Pessoa não pode justificar a custódia cautelar para assegurar a aplicação da lei penal e que a liberdade do empresário não coloca em risco a sociedade, pois não é mais dirigente da empresa.  
Segundo o advogado, também não cabe o argumento de que poderia haver a continuidade delitiva, “pois o tal cartel, pelo qual inclusive não houve apresentação de denúncia, não existe mais”. Assim, ao pedir a concessão de habeas corpus para Ricardo Pessoa, Toron afirmou que “se há quase cinco meses pudessem estar presentes esses pressupostos da prisão preventiva, hoje nenhum desses fundamentos está presente e merece subsistir”.
Ministério Público
O representante do Ministério Público Federal, subprocurador Edson Oliveira de Almeida, afirmou em sua manifestação que consta do parecer da instituição que a decisão que decretou a prisão preventiva do empresário aponta diversos motivos que demonstram ser a custódia essencial para impedir o chamado “ciclo criminoso”. O parecer revela que Ricardo Pessoa é apontado como o líder do núcleo das empreiteiras na organização criminosa e que era o principal responsável pelas atividades do cartel, notadamente sua organização, e o principal porta-voz das empresas junto à Petrobras.
O subprocurador lembrou do impedimento que há em se analisar fatos e provas em HC, e que não há ilegalidade flagrante a amparar o pedido. “Preso durante toda fase de instrução, não há sentido agora, ao término da instrução, buscar a expedição de alvará de soltura”, concluiu, ao se manifestar pelo indeferimento do habeas corpus.

Agência de Notícias do STF

Banco só poderá descontar até 30% do salário de cliente para pagamento de empréstimo



imagem divulgação

A 12ª Vara Cível de São Luís determinou que o Banco do Brasil se limite a descontar somente 30% do salário de um servidor público que ficou em cadeira de rodas após acidente de trânsito e fez empréstimos para custear despesas com o tratamento. O rapaz vinha tendo mais de 80% da sua remuneração retida pelo banco e sua conta foi bloqueada, o que o impedia de fazer qualquer movimentação na conta bancária. A decisão é do juiz Hélio de Araújo Carvalho Filho, que responde pela unidade judiciária. O magistrado também condenou o BB a pagar R$ 10 mil de danos morais.
O juiz deferiu a tutela antecipada pedida por F. S. C, e deu um prazo de 24h ao banco, sob pena de multa diária de R$ 2 mil. Hélio de Araújo Carvalho Filho determinou que a instituição bancária recalcule os empréstimos realizados pelo autor da ação, e limite os descontos ao patamar de 30% da sua remuneração líquida, até a efetiva quitação, devendo tais descontos serem efetuados na conta corrente do requerente, mensalmente, na data do recebimento do salário.
F. S. C narra que em 2010 sofreu um acidente automobilístico e sofreu um trauma raquimedular, passando a usar cadeira de rodas até hoje. Para cobrir despesas de várias internações e cirurgias devido às sequelas do acidente, além da compra de medicamentos controlados, ele fez empréstimos sucessivos, que chegam a R$ 76 mil, na modalidade "BB Crédito Consignação”. As parcelas seriam lançadas na sua folha de pagamento na forma consignada, e "BB Crédito Salário" com parcelas debitadas em sua conta corrente.
O autor da ação alega que, por motivos desconhecidos, e sem nenhuma comunicação, desde 2013 o banco passou a reter quase a totalidade de sua remuneração, deixando-o impossibilitado de honrar outros compromissos financeiros assumidos, bem como de prover suas necessidades básicas e também da sua família, além de ter seu nome inscrito nos órgãos de proteção ao crédito. Ele tem os pais e um filho pequeno como seus dependentes.
Na decisão, publicada no último dia 30 de março, o juiz Hélio de Araújo Carvalho Filho destaca que “ao analisar os documentos juntados aos autos pelo banco, vê-se que os descontos com os empréstimos realizados beiram a 100% do valor da sua remuneração, e, com isso, além de não haver equilíbrio contratual, confronta cabalmente com a dignidade da pessoa humana, por ser a verba retida de eminentemente de caráter alimentar”.

Valquíria Santana
Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão
Assessoria de Comunicação
Núcleo de Comunicação – Fórum de São Luís
(98) 3198-4636/ 3198-4624

Juiz indefere pedido de liminar para declarar nulo reajuste de tarifa de transporte coletivo




Em despacho assinado na última sexta-feira (24), o juiz Clésio Coelho Cunha, atualmente respondendo pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, indeferiu o pedido de liminar requerida em pedido de antecipação de tutela em Ação Civil Pública interposta pelo Ministério Público do Estado do Maranhão contra o Município e no qual o autor pugnava pela nulidade do decreto que autorizou o reajuste das passagens de transportes coletivos de São Luís.
Para o juiz, a tutela requerida liminarmente c
oincide com o próprio mérito da ação civil pública, sendo vedada a concessão de acordo com o artigo 1, §3 da Lei 8.437/1992.
Em suas alegações, Clésio Cunha ressalta que o MPE “não trouxe aos autos elementos capazes de convencer o Juízo da existência de vício que macule o referido ato”. Em seu despacho, Clésio Cunha destaca ainda estudos jurídicos e técnicos anexados aos  autos pelo Município e realizados pela SMTT, “que serviram de subsídio para a edição do decreto de reajuste, o que, por ora, reforça a presunção de legitimidade do ato”.
Diz o magistrado: “o autor não trouxe prova que afaste a presunção de legalidade do ato administrativo, deixando de acostar dados técnicos plausíveis a instruir sua pretensão, valendo-se de recortes de jornais e blogs locais. O réu, por sua vez, colacionou planilhas elaboradas pela Secretaria Municipal de Transportes e demais documentos que, somente por meio da instrução probatória completa, poderão ser confrontados. Neste momento de análise superficial, não existem elementos técnicos capazes de afastar a presunção da legitimidade do decreto impugnado”.
Audiência pública - Nas alegações do MPE, concedido a partir do último dia 29 de março através do Decreto nº 46.841/2015, o aumento do valor das tarifas teria promovido um reajuste com variação de 16,66% a 18,75% sobre os preços anteriormente praticados.
Nas palavras do autor da ação, apesar do reajuste das tarifas, a precariedade do serviço prestado se mantém, o que contraria as normas previstas no Código de Defesa do Consumidor e na Lei das Concessões (Lei 8.987/95), que preconizam ao usuário “um serviço adequado, eficiente e contínuo e com tarifas módicas”. Ainda segundo o MPE na ação, “o Município desconsiderou a existência da Lei Municipal 363/2014, que obriga, nos casos de aumento tarifário, a realização de audiência pública na Câmara Municipal antes da edição do Decreto”.
Em relação a esse último argumento, o magistrado alega que, conforme já decidido por ele nos processos números 13802-2015 e 14460-2015, quando da edição do ato administrativo, “os efeitos da lei haviam sido suspensos pelo Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão nos autos da ação cautela incidental número 13.641/2015, constituindo, portanto, em ato jurídico perfeito...”
Consta do despacho que o Município tem o prazo de 60 dias para contestar a ação. “Decorrido esse prazo, certifique-se e abra-se vista, com o prazo de dez dias, para o Ministério Público Estadual”, reza o documento.

Marta Barros
Assessoria de Comunicação
Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão
(98) 3198-4636/ 3198-4624

TRÂNSITO EM PEDRINHAS ENGARRAFADO DEVIDO VAZAMENTO DE ESGOTO DO COMPLEXO PENITENCIÁRIO


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BR 135 está praticamente interditada devido vazamento do esgoto do complexo penitenciário em Pedrinhas, o trânsito está lento e já se forma um engarrafamento, é hora do secretário da Sejap saí do gabinete e verificar de perto o problema e soluciona-lo com a máxima urgência, pois quem está sofrendo é a comunidade que mora próximo aos presídios que tem que suportar o mal cheiro do esgoto, e ainda ter que andar molhando os pés com água contaminada de fezes de detentos, sem contar os transtornos que o vazamento dos  esgotos estão causando aos condutores de veículos que estão passando no local, pois o trânsito esta engarrafado, atrasando a viagem de quem está passando por lá neste momento.

O vazamento do esgoto que está acontecendo nos presídios, é mais um descaso, inoperância, e incompetência do Secretario Murilo Andrade, uma pessoa despreparada que veio importada de Minas Gerais, com o restante da mineirada para comandar o problemático Sistema Prisional do Maranhão, liguei ainda pouco pra Sejap, e perguntei a um servidor se o secretário estava sabendo do problema de vazamento dos esgotos, o servidor informou, que o secretário não nem ai, ele está na dele, tranquilo como se nada tivesse acontecendo, até ´porque ele fala abertamente na Sejap, que dali ele não saí dali ninguém lhe tira, pois sua indicação não foi do governo do estado mas sim do Ministro da Justiça, e que ele só pode ser exonerado com a autorização do Ministro que o indicou para o cargo de Secretário da Sejap.  Com a palavra o governo do estado.



                                                        Por/Stenio Johnny
                                               Radialista/Repórter Investigativo
                                                        DRTMA 0001541

GTA PRESTA SOCORRO A GESTANTE EM ALCÂNTARA




O Grupo Tático Aéreo (GTA) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) prestou socorro aéreo, neste domingo (26), na cidade de Alcântara, a gestante Vanilda Barbosa Costa, que estava em trabalho de parto e precisava ser removida para São Luís.                  
Além da equipe de pilotos do GTA, uma equipe médica da Secretaria de Estado da Saúde (SES) também participou da remoção. Ao chegar em São Luís, a parturiente foi levada em ambulância a uma maternidade, garantindo um melhor atendimento.

Por/Ascom SSP-MA

Plenário pode votar hoje projeto que coíbe o uso de celular em presídios





O Plenário da Câmara dos Deputados realiza sessão ordinária hoje, a partir das 14 horas. Entre as propostas que poderão ser votadas está o Projeto de Lei 6701/13, do deputado Fabio Reis (PMDB-SE), que aumenta a pena para o diretor de penitenciária ou agente público que não cumprir seu dever de proibir o acesso de preso a aparelho telefônico, de rádio ou similar.

Atualmente, o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) prevê pena de detenção de três meses a um ano, e o projeto aumenta para reclusão de 2 a 4 anos e multa.
O projeto recebeu emendas no Plenário que, segundo o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), mudam a pena para outro crime (de prevaricação) que não era objeto do projeto original.

Transgênicos
Também está na pauta o Projeto de Lei 4148/08, que flexibiliza a regra para rotulagem de transgênicos nos alimentos vendidos no País. Pela proposta, a informação só deverá constar do rótulo quando os transgênicos compuserem acima de 1% do produto.

O projeto também acaba com a exigência do símbolo da transgenia nos rótulos dos produtos. O texto provocou polêmica no Plenário, no mês passado.
Aposentadoria compulsória
O Plenário pode votar ainda, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição 457/05, do Senado, que estende de 70 para 75 anos a aposentadoria compulsória de ministros de tribunais superiores, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Para ser aprovada, ela precisa de um mínimo de 308 votos.


Agência Câmara de Notícias
Portal da Câmara dos Deputados

Pescadores condenam restrição de acesso ao seguro-defeso





Representantes de comunidades de pescadores criticaram nesta segunda-feira (27) as alterações trazidas pela Medida Provisória (MP) 665/2014 em relação ao pagamento do seguro-defeso - valor pago a trabalhadores da pesca durante o período de reprodução dos peixes, quando há a proibição da pesca para evitar danos às espécies. Em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), eles disseram que a MP marginaliza os pescadores e retira direitos históricos dos trabalhadores do setor.
Integrante do pacote de ajuste fiscal do governo, a MP 665/2014 impõe carência de três anos, contra o período atual de um ano, para acesso ao seguro no período de defeso; limita o pagamento do seguro a cinco parcelas, enquanto a proibição da pesca é de seis meses; proíbe os pescadores de receber dois benefícios simultâneos, como o seguro e a bolsa-família; transfere a execução do seguro-defeso do Ministério do Trabalho para a Previdência Social; e impede categorias envolvidas na cadeia produtiva da pesca de receber o benefício, a exemplo dos envolvidos na seleção de mariscos e na fabricação de instrumentos artesanais usados na atividade, geralmente produzidos pelas mulheres dos pescadores.
Os representantes dos pescadores disseram ainda que a MP relaciona-se a outras ações do governo que limitam seus direitos, como o Decreto 8.425/2015, que regulamenta o parágrafo único do artigo 24 e do artigo 25 da Lei 11.959/2009. O decreto define os critérios para inscrição no Registro Geral da Atividade Pesqueira, existente desde 1938, e para a concessão de autorização, permissão ou licença para o exercício da atividade pesqueira.
O senador João Capiberibe (PSB-AP) disse que a medida tem "tirado o sono" dos pescadores. Ele afirmou que são pontuais as irregularidades verificadas no pagamento do seguro-defeso pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que identificou o recebimento do beneficio por pessoas que não se enquadravam na atividade pesqueira. Foi identificado um rombo de R$ 19 milhões, pagos a pessoas que já estariam mortas ou que eram inabilitadas para exercer a atividade. O governo determinou o corte no pagamento do beneficio, e alegou que o valor do desvio é “infimo”, pois representa 0,005% da execução total do seguro pelo Ministério do Trabalho, explicou o senador.
— O fato é que as enormes distâncias e a burocracia podem tornar inacessível o recebimento [do benefício] por pescadores, inviabilizando direitos e favorecendo desastres ambientais. Exigir que os pescadores que recebam tal benefício sejam exclusivamente pescadores é inadmissível — afirmou.

Subsistência

O representante do Conselho Pastoral dos Pescadores, Raimundo Marcos Souza Brandão da Silva, disse que o seguro-defeso é fundamental para  garantir a subsistência dos pescadores.
— Como os pescadores vão sustentar suas famílias ao longo do período extenso de pesca proibida pelo Estado? Isso implica colocar os pescadores em situação de marginalidade, pois eles serão obrigados a exercer a atividade de forma contrária à lei. Vai trazer criminalização e sofrimento social, o que não é admissível, não e razoável. Foi uma alteração irresponsável na legislação, sem nenhum tipo de conhecimento de como funciona a sociedade e as necessidades dos trabalhadores — afirmou.
Josana Serrão Pinto, coordenadora da Articulação Nacional das Pescadoras (ANP), disse que as mudanças propostas na medida provisória trazem discriminação e preconceito.
— A nossa luta é por liberdade, não por opressão; é por direito, não por discriminação. Para quem tem, um salário mínimo não faz falta. Mas, para nós, faz muita falta — afirmou.
Manoel Bueno dos Santos, do Movimento dos Pescadores e Pescadoras, afirmou que os pescadores artesanais não se sentem representados pela confederação nacional única da categoria. Ele disse que 70% do peixe consumido pelo brasileiro vêm da pesca artesanal.
— Isso precisa ser levado em consideração. A única coisa que queremos é continuar trabalhando, e que mude um pouco esse modelo de desenvolvimento cruel, muito cruel, que substituiu as áreas de pesca por estaleiros, gasodutos e petroleiros — afirmou.
Carlos Alberto Pinto dos Santos, secretário-executivo da Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e Povos Tradicionais, ressaltou que o governo deve considerar o alcance da pesca artesanal antes de definir marcos legais.
— [O governo] ignora conceitos de povos tradicionais, da cultura ancestral do repartir, trocar, permutar. O pescador também planta, colhe, beneficia mandioca, batata e ainda tem suas criações. Este modelo que estão impondo a nós está nos fadando à extinção. A quem interessa o enfraquecimento da pesca artesanal? Será que aos aquicultores, para nos ter como mão de obra  barata? O Brasil está avançando para o primeiro mundo, mas está jogando no lixo as culturas que formaram essa nação — afirmou.
Por sua vez, o secretário-executivo do Ministério da Pesca e Aquicultura, Clemerson José Pinheiro da Silva, lembrou que o recurso pesqueiro é um bem público, e que para fazer uso dele tem que haver concessão do Estado.
— O que mais se coloca como sendo violação ao direito é a falta de reconhecimento das comunidades tradicionais. Há um conjunto de medidas contraditórias e a não observação das leis que garantem direitos às comunidades tradicionais dentro do processo de definição de critérios. É o grande problema que esta havendo — afirmou.

Pesca industrial

Na segunda mesa de debates, o pesquisador da universidade federal do Pará (UFPA), Valci Santos, disse que a categoria dos pescadores é discriminada na elaboração de políticas publicas, mais articuladas à pesca industrial. Ele relatou que 85%c do pescado comercializado na Amazônia sofreu decréscimo em função da barragem de Tucuruí, e que os conflitos pelo acesso pesqueiro atingem níveis cada vez mais alarmantes, causando às vezes até morte.
Pesquisador de políticas publicas, Uelton Fernandes, disse que a edição da medida provisória pelo governo é um equívoco. Ele considerou que o tema diz respeito às populações mais pobres, que deveriam ser ouvidas antes de qualquer alteração na legislação, sob a justificativa do ajuste fiscal.
— Os pescadores entraram como gaiatos nessa história. O grande objetivo era fazer o ajuste do seguro-desemprego em função da conjuntura econômica. Eles incluíram os pescadores com a visão equivocada do seguro-defeso. Tratam o seguro-defeso como um seguro-desemprego do pescador. E aí tenta fazer uma série de ajustes no mesmo molde do seguro-desemprego. Qual é a natureza do seguro-defeso? Sem resolver isso não se resolve a questão — afirmou.
Para a secretária-executiva do Conselho Nacional da Pesca (Conape), Roseli Zerbinato, o ideal é que a lei fosse esmiuçada para os pescadores antes de sua publicação.
Por sua vez, a subprocuradora-geral da República, Débora Duprat, criticou a proposta, e disse que o governo não levou em conta a cultura dos povos tradicionais na edição da medida provisória.
— Eles não foram ouvidos, e a medida provisória peca por fazer com que uma medida de natureza indenizatória seja vista como beneficio previdenciário. O que a medida provisória faz é confundir identidade e atividade. A mulher pescadora entra na realidade do pescado. Ao excluir a mulher que trabalha na cadeia produtiva da pesca, a MP nega a sua identidade — afirmou.
Débora Duprat comprometeu-se a encaminhar à comissão encarregada de apreciar a medida provisória uma nota técnica sobre a necessidade de observar a Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O instrumento, ratificado pelo Brasil em 2004, determina que as comunidades indígenas, quilombolas e populações tradicionais, como os pescadores, sejam ouvidas antes da adoção de qualquer medida legislativa ou administrativa.
No final da audiência publica, diversos pescadores, sobretudo da Bahia narraram casos de violência, perseguição e invasão de terras, entre outros. Eles também apontaram prejuízos causados em suas comunidades pelas indústrias do petróleo e de papel e pela expansão de atividades agrícolas. Uma integrante do quilombo Rio dos Macacos entregou a Capiberibe documento em que cobra providência contra desmandos praticados na região.

Requerimento

De acordo com requerimento de auditoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), encaminhado ao TCU em 2014, o seguro-defeso custou R$ 2,4 bilhões aos cofres públicos no ano passado - valor 32% maior do que o montante desembolsado em 2013, de R$ 1,8 milhão. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicou que em 2010, em todo o país, 584,7 mil pessoas receberam ao menos uma parcela do seguro-defeso. No entanto, segundo censo do mesmo período, havia apenas 275,1 mil pescadores artesanais no Brasil. Ainda segundo o estudo, as discrepâncias geraram uma espécie de sobrecusto no valor de R$ 638,4 milhões (valor corrente em 2010).
De acordo com o requerimento, o Ministério do Trabalho e Emprego alegou que o aumento no repassado em 2014 teve causa no reajuste de 6,78%, com expectativa de crescimento do número de pescadores em 4,74%. De 2002 para 2013, o universo de potenciais beneficiários do seguro-defeso aumentou consideravelmente, passando de 91,7 mil favorecidos para 714 mil.
O principal requisito para solicitação do seguro é possuir o registro de pescador profissional da pesca artesanal (RGP). Esse registro faz parte de um cadastro, cuja responsabilidade é do Ministério da Pesca e Aquicultura. O RGP contempla todos aqueles que se dedicam à atividade pesqueira, independente de ser pesca artesanal, industrial ou profissional.


Agência Senado de Notícias
Senado Federal

TJMA propõe criação do Dia Estadual de Apoio às Vítimas da Violência



O projeto de lei foi sugerido pela presidente do TJMA, desembargadora Cleonice Freire (Foto:Ribamar Pinheiro)


Tramita na Assembleia Legislativa do Estado projeto de lei que cria na data de 23 de abril o “Dia Estadual de Combate a todo tipo de Violência e Apoio às Vítimas e Familiares", sugerido pela presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargadora Cleonice Freire. A data homenageia o jornalista maranhense Décio Sá, assassinado, em São Luís,  no ano de 2012, por motivo relacionado ao exercício da profissão.
A minuta do texto legal foi apresentada no dia 8 de abril ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho, pela presidente do TJMA, acompanhada do diretor da Escola Superior da Magistratura (Esmam), desembargador Jamil Gedeon.
Segundo a desembargadora Cleonice Freire, “a propositura da referida data visa chamar a atenção para os direitos humanos das vítimas da violência e seus familiares, no sentido de estimular a sensibilização e efetivação, em todos os poderes do Estado, de estratégicas de enfrentamento a todos os tipos de violência, respeitadas as devidas competências”.

O presidente da ALMA destacou a relevância da proposta e se comprometeu com o encaminhamento do projeto ao plenário, em regime de urgência, para apreciação e aprovação. “Tenho certeza que todos os deputados terão boa vontade em apreciar esse e os demais projetos propostos pelo Judiciário que são benéficos para a população”, disse o deputado Humberto Coutinho.
De acordo com a proposta apresentada pela presidência do TJMA, a cada 23 de abril o Legislativo Estadual deverá realizar sessão solene às vítimas da criminalidade e familiares. E durante todo o mesmo mês, deverá promover debates com membros da sociedade civil, universidades e autoridades com o propósito de apresentar ao Poder Executivo sugestões voltadas ao combate ao crime e proteção à vítima.
A proposição enfatiza ainda que o estabelecimento de uma data com essa finalidade, além de permitir que o Estado do Maranhão desponte como a preocupação de proteção à vítima de criminalidade, se comparado a outros estados da federação, e cumprir diretrizes da ONU, reforça as ideias de ações afirmativas na defesa dos direitos das vítimas.
O texto também destaca a importância do Executivo ir buscar formas e estratégias para diminuir a vitimização e, nos casos em que o crime ocorrer, tente proporcionar à vítima e/ou seus familiares meios de reparação e suporte.
CEAV - A criação da data dedicada à atenção aos às vítimas de violência faz parte de um projeto mais amplo do Poder Judiciário do Maranhão, que inclui a instalação do Centro Estadual de Apoio às Vítimas (CEAV), no Fórum de São Luís, onde as vítimas e seus familiares recebem atendimento integral e assistência por uma equipe multidisciplinar. (Com informações de Nice Moraes/Agência Assembleia)

Helena Barbosa
Assessora de Comunicação da Presidência

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Coronel Odair Fala do trabalho do Comando de Segurança Comunitária nos bairros que compõe os polos Coradinho e Vila Luízão



                                        Coronel Odair Comandante do CSC


O Sjnotícias esteve semana passada com o coronel Odair Ferreira, do Comando de Segurança Comunitária(CSC)), ocasião em em que o oficial falou do trabalho realizado pelo comando nos polos da Vila Luizão e Coroadinho, segundo coronel Odair só no polo Coradinho são 28 bairros onde a CSC se faz presente, no domingo(26), foi o encerramento de uma mega operação que durou cerca de 15 dias, com prisões, apreensões de armas drogas, onde vários elementos que costumavam agir naquela área, foram tirados de circulação, devolvendo a tranquilidade naqueles bairros que formam o polo Coradinho, ações como essas vão ser constantes não só no polo Coroadinho como também no polo Vila Luizão, onde  a CSC se faz presente com o apoio dos outros batalhões que dão suporte ao trabalho do Comando de Segurança Comunitária, fora o trabalho ostensivo, existe o trabalho comunitário, com palestras com lideres comunitários, e moradores dos bairros onde a CSC atua, visando o dialogo com as comunidades, aproximando a polícia da população, e ao mesmo tempo orientando os pais, assim como a juventude.

Depois da entrevista com o repórter Stenio Johnny titular deste Blog, coronel Odair mostrou um ofício encaminhado ao secretário da Semosp pedindo ação da prefeitura naqueles bairros no que diz respeito a infraestrutura. e outras providências para a melhoria na qualidade vida nas comunidades carentes daqueles bairros


 veja aqui ofício na íntegra.


Assista aqui a entrevista com o Coronel Odair






Por/Stenio Johnny
Radialista/Repórter Investigativo
DRT/MA 0001541

Serviço de ferryboat será licitado pela primeira vez no Maranhão




Os dias de sofrimento dos usuários do ferryboat estão com os dias contados. O governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB), realizou, nesta sexta-feira (24), uma audiência pública para discutir a proposta de licitação do serviço com as operadoras, empresas interessadas em participar do processo licitatório e a sociedade civil organizada. Também foram convidados para contribuir com o debate, o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Ted Lago, e o diretor do Procon-MA, Duarte Júnior.



O presidente da MOB, José Artur Cabral, detalhou o modelo que será adotado pelo governo para a concessão do serviço público. Entre os pontos de destaque estão medidas para reduzir o tempo de espera para o embarque e travessia, a segregação entre passageiros e veículos para garantir segurança e agilidade na entrada e saída da embarcação, a fixação dos horários de viagem e a definição de tarifas, que passará a ser feita pelo Estado. O compromisso com a melhoria do serviço de transporte está entre as prioridades do governado Flávio Dino.

“Este é um marco! O que existia antes era uma omissão completa do governo do Estado em relação ao sistema de transporte público no Maranhão. A audiência para discutir a licitação do serviço de ferryboat é o primeiro passo para a regularização de todo sistema. Esperamos, em 30 dias, concluir e publicar o edital do processo licitatório”, afirmou Artur Cabral.



Atualmente, duas companhias operam o ferryboat no trajeto Ponta da Espera/Cujupe e trabalham por meio de permissão precária, estabelecendo - à revelia do estado - preços e horários de viagem.  A partir da licitação, abre-se espaço para a concorrência, com a participação de empresas internacionais.

Como contrapartida, o Estado investirá em melhorias na infraestrutura dos terminais. “A licitação e regularização do serviço de ferryboat é essencial para melhoria da qualidade e segurança dos usuários. Baseado nos resultados da licitação, os terminais serão adequados para garantir conforto, comodidade e segurança”, afirmou Ted Lago, presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária.



Mesmo antes da escolha das empresas que receberão a concessão para operar o ferryboat no estado, o governador solicitou urgência na garantia da qualidade dos serviços. Novas normas já precisam ser obedecidas pelas companhias que oferecem o serviço atualmente. No último dia 15 foi publicada a regulamentação do sistema aquaviário. Entre as exigências que já precisam ser cumpridas estão a emissão de bilhetes eletrônicos nominais.

“As empresas têm 120 dias para se adequarem. Após esse prazo, estarão sujeitas à fiscalização e penalidades. Não vamos esperar concluir o processo de licitação para garantir a qualidade do serviço à população”, concluiu o presidente da MOB, Artur Cabral


Agência de Notícias
Governo do Estado do Maranhão